CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Caro Editor:

Veja o Presidente Bolsonaro sendo recebido hoje aqui na nossa terra.

13 de Março, dia de Nossa Senhora de Fátima.

Aconteceram essas gritarias: “Mito, Mito”, “Viva Bolsonaro” e “Fora Renan”.

Publique aí na nossa gazeta por favor.

Muito obrigado.

19 pensou em “ANTENOR M. DE CASTRO – MACEIÓ-AL

  1. Segundo Renan, Bolsonaro gastou dinheiro do pagador de impostos para ir a Alagoas lhe atacar e inaugurar obras que já haviam sido inauguradas.

    Logo o Renan, que quando presidente do senado viajou de FAB de Brasília-DF para Recife-PE num final de semana com finalidade única de fazer implante de cabelo.

    Isso é mais necessário que inaugurar obras.

    • Nas solicitações para usar as aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), alegaram que a viagem seria “a serviço”, de acordo com o que estabelece o Decreto 4.244/2002 – que prevê atendimento apenas para situações em que haja motivo de segurança, emergência médica, serviço e deslocamentos para o local de residência permanente.

      Consultada pela Agência Brasil, a FAB informou que, após receber das autoridades as informações sobre a natureza do voo solicitado, não cabe a ela questionar ou checar se as justificativas apresentadas procedem, e que, no caso dos presidentes das duas casas legislativas, foi apenas informada de que a viagem seria a serviço, “mas sem especificar a natureza do serviço”.

      Ainda de acordo com a assessoria da FAB, recebidas as solicitações das autoridades, cabe ao gabinete do Comando da Aeronáutica autorizar o voo. “Sempre tendo por base a solicitação formal e considerando os motivos alega dos, sem necessidade de apurar a agenda da autoridade”.

      Segundo o jornal Folha de S.Paulo, Renan Calheiros usou o avião para ir ao casamento de Brenda Braga, filha do líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), no dia 15 de junho, em Trancoso, na Bahia. O mesmo jornal disse que Henrique Alves usou um avião da FAB para levar a noiva, parentes dela, enteados e um filho ao jogo da seleção brasileira no Maracanã, domingo (30) passado, quando foi disputada a final da Copa das Confederações. Em nota, o deputado informou quarta-feira (3) que vai reembolsar os cofres públicos com os valores correspondentes às passagens aéreas dos parentes e amigos. Hoje, o presidente do Senado informou que também devolverá o valor equivalente ao custo da viagem.

  2. Renan usa mais aviões da FAB que Sarney
    Por Marco Prates
    4-5 minutos
    Entre fevereiro e junho deste ano, o presidente do Senado fez 27 viagens com aeronaves da FAB, contra 18 de José Sarney em 2012, segundo Folha de S. Paulo

    Publicado em: 15/07/2013 às 11h06 access_timeTempo de leitura: 2 min

    Eleito presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) é cumprimentado pelo antecessor, o senador José Sarney (PMDB-AP)

    Renan Calheiros (PMDB-AL) cumprimenta o antecessor, José Sarney (PMDB-AP): mais viagens que o senador do Amapá (Antonio Cruz/ABr/)

    São Paulo – O presidente do Senado Renan Calheiros faz maior uso dos aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) que seu antecessor, o também peemedebista José Sarney. Segundo informações da Aeronáutica obtidas pela Folha de S. Paulo, Renan fez 27 voos desde que assumiu o cargo, em fevereiro. No mesmo período, Sarney havia feito 18 viagens.

    Já o atual presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) solicitou o uso das aeronaves 47 vezes de fevereiro até junho, contra 60 do antecessor, Marco Maia (PT-RS).

    O direito de utilização dos aviões da FAB pelas autoridades dos três poderes é regulada pelo decreto presidencial 4.244, de 2002. O uso pode ser feito em casos de segurança, emergência médica, viagens a serviço ou deslocamentos para os locais de residência.

    Mas não é sempre que isso ocorre.

    Há duas semanas, foi revelado que Renan Calheiros foi a um casamento na Bahia usando o benefício a que tem direito como presidente do Senado. Apesar de incialmente alegar que cumpria agenda oficial, o peemedebista voltou atrás e disse que devolverá 32 mil reais aos cofres públicos.

    Já o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, e o ministro da Previdência, Garibaldi Alves, levaram familiares para assistir ao final da Copa das Confederações, no Rio de Janeiro. Eles também devolverão os custos dos voos.

    Está em curso no Ministério Público uma investigação preliminar sobre o uso desses aviões por Renan, Garibaldi e Henrique Alves.

    No total, as viagens das autoridades com a FAB vêm aumentando nos últimos anos. A média no primeiro semestre foi de nove voos diários, contra oito no ano passado e 6,6 em 2011.

    Mas os presidentes das casas legislativas nem de longe foram os que mais utilizaram o serviço. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, viajou 110 vezes no primeiro semestre. Em segundo, aparecem Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, com 101 viagens, e José Eduardo Cardozo, da Justiça, com 91.

  3. Realmente, acho que o cerne da questão não foi abordado pelos colegas.

    Por que o Presidente foi específicamente à Alagoas (a informação é que inaugurou obras já inauguradas) bem no epicentro de investigações de uma CPI presidida pelo Renan?

    Ontem, por exdemplo, vimos o filho Flávio adentrar no recinto da CPI somente para adjetivar o Renan (que, bobamente revidou) e depois a Deputaza Zumbielli adentrar no mesmo recinto e discutir com o presidente da CPI. Nunca se viu isto, uma deputada entrar sem convite numa CPI do Senado.

    O Objetivo está muito claro, tentar bagunçar o coreto. Mas este é um recurso usual nas duas casas

    Por fim, já comentei aqui sobre recepções a governantes. Nenhum presidente jamais foi a algum lugar onde estivessem apoiadores dos adversários (sem ser devidamente escoltado pela segutrança, claro). Até ironizei: feliz daquele que festeja entre amigos. Não vejo mérito nenhum. Como respondi ao meu caro João, aplaudiria de pé se o Bolsonaro fizesse uma manifestação em São Bernardo do Campo, reduto do Luladrão.

    E esse negócio de usar aviões da FAB é coisa antiga, que não sumiu do mapa. Severino Cavalcanti usou o avião da FAB para ir à sua terra natal (Mombaça) depois de eleito presidente da Câmara.

    Ano passado, houve aquele caso do secretário Vicente Santini que usou um avião da FAB para ir de Davos ao encontro da comitiva governamental na Índia. Ele foi exonerado, claro, mas já tinha cometido o ilícito.

    Mas é isso. Eu, repito, vou aplaudir de pé quem fizer evento em casa de adversário sem estar cercado de seguranças. A ver quem se habilita

    Abraços

    • Eu, morador de São Bernardo, queria ver o Lula na rua Marechal Deodoro. Coisa que em mais de 40 anos na cidade não vi. Nem quando era presidente.
      A única vez que ” vi” o Lula, foi quando passou na avenida onde moro numa caravana de carros, a mais de 80 km/h escoltado pela PF, indo em direção ao helicóptero.

    • Caro Hipólito, se ir nas Alagoas terra do Renan Pai e onde o Renan Filho é governador não é ato de coragem, eu não sei mais o que é.

      Em São B. do Campo, o Lula não conseguiu nem eleger o filho dele vereador, dando todo o suporte à campanha do incompetente.

      A Segurança que Bolsonaro leva nestas andanças é obrigatória e é a mínima possível.

      Foi Bolsonaro quem mandou exonerar o tal Santini. O que ele fez não foi ilegal, porém foi dispensado mesmo assim.

      V. está com muito ódio em relação ao Bolsonaro. Isso o faz ficar cego às boas coisas que estão sendo feitas por ele.

      Hoje ele foi inaugurar mais uma etapa da transposição do Rio S Francisco no Estado de Alagoas, o que deixou Renan irritado. Tal viagem já estava prevista.

      Abraço

      • Pois é, meu caro João, com segurança até eu vou lá. O que falei e vocês não querem entender é que não ví mérito nenhum no ato.

        Ainda mais ver um presidente, autoridade máxima do Brasil, usar a linguagem chula que ele usa (mesmo que seus apoiadores digam que ele é assim mesmo).

        Não estou, como já disse, com ódio do Bolsonaro. Mas não aprovo as atitudes dele. E isso está se refletindo nas pesquisas de opinião.

        Antes que você me diga que as pesquisas são encomendadas, lembro que o Datafolha por meses mostrou Bolsonaro em primeiro lugar, sem nenhum dos colegas contestarem as pesquisas. Contestar somente quando os resultados são adversos é uma constatação do óbvio.

        O Bolsonaro deve lutar para inverter novamente as pesquisas, e nãu usar de subterfúgios para agradar seus apoiadores.

        Não que eu goste do crescimento do Lula, deploro a queda do Bolsonaro.

        Mas as eleições somente serão em 2022.

        E, finalmente, o “foi inaugurar uma… ” conttrasta visivelmente com o ambiente político. Ele poderia inaugurar a obra um pouco depois para não ser tão acintoso. E a simbologia do ato? Foi uma transposição iniciada pelo Lula que, por sinal não andou.

        O problema, caro João é o efeito miura. Ataco para me defender. Mas o touro esquece que o toureiro tem uma espada. A capa é só para atrair o touro e divertir o público assistente.

        A ver

        Abraços

        PS: notei a falta do Goiano e do Anderson nas colunas (nem estão mais na relação) e do Goiano nos comentários. Alguém sabe o motivo? Acho importante para esta gazeta ter a opinião do Goiano. (Não sou ele, como disse)

        • Hipólito, se v. for caçar aqui neste espaço, eu jamais acreditei no Datafolha. Não acreditei em 2018 quando o mesmo instituto dava que Haddad estava na frente no 1º turno e que Bolsonaro perderia para todos no 2º turno. O Ibope também dava a mesma previsão.

          Depois que JB foi eleito, inventaram a história das tias do zap pagas.

          Realmente o Datafolha já deu JB na frente eu nunca liguei, pois sabia que fazia parte de uma narrativa de que o auxílio emergencial que ajudava. Pois bem, a ajuda está aí de novo.

          Bolsonaro está terminando uma enormidade de obras que estavam paradas e tem todo o direito de inaugurar, mesmo que seja na “casa” do Renan.

          Já falei que só vou acreditar que Lulla voltou a ser popular quando ele enfrentar um público, agora que as mortadelas acabaram.

          Quanto a este negócio de ter medo de chifre, não se aperreie não, pois dizem que só dói no começo, depois acostuma. Chifre é um negócio que fica sempre longe da minha cabeça.

          Abraço

        • O linguajar chulo também não exclusividade do Bolsonaro , só que não rendia tantas manchetes quanto hoje .
          Até hoje eu não consegui entender o porque de nenhum partido político usar as pérolas do Lula em propaganda eleitoral . Nunca vi uma critica sequer e de nenhum setor ao vídeo sobre Pelotas ? Ou sobre as mulheres de grelo duro ? Ou sobre ” O problema de mulher é você conseguir pegar na mão .Pegou na mão … “

    • Quanto ao Flávio adentrar a sala da CPI e chamar o senador Renan de vagabundo , é o que ele merecia pelo tratamento que dá as pessoas que não respondem aquilo que ele quer ouvir .
      Hoje ele repetir a fórmula . Enquanto o ex-presidente da Pfizer Brasil procurava informações que não visão dele ( Renan )poderiam atingir ao governo , o depoente tinha todo tempo do mundo . Quando ele disse que havia impedimentos legais e que contrato não é certeza de entrega , simplesmente foi cortado .
      Um relator de uma cpi que tem o nome CPI Pandemia diz em entrevista que não irá investigar desvios de verbas destinadas ao combate a pandemia , do que deveria ser chamado ?

      • Caro Aírton

        Pelo que eu ví (acompanhei o testemunho) o CEO da Pfizer confirmou o descaso do governo. A Pfizer mandou algumas cartas a partir do início do segundo semestre, sem respostas.

        A incerteza das entregas é simplesmente um fato de que não tínhamos contrato e a demanda mundial seria e é enorme. Se tivéssemos contrato (em princípio) a Pfizer teria que honrá-lo.

        Aproveitando a oportunidade lembro que o Butantan (aquele instituto que é responsável por mais de 90% das vacinas entregues – 48 milhões no total) depende da China para entrega do IFA e os ataques seguidos do Bolsonaro à China (totalmente despropositados) só têm como resultado o aumento da burocracia dos chineses em liberar o embarque do IFA..

        O Butantan teve que suspender o envase, a Fiocruz patina e a Pfizer entrega poucas doses. Quem sofre? O brasileiro,meu caro.

        Todas as desculpas do governo foram um mero desvio de propósito.

        – que as cláusulas eram leoninas – bobagem. Estas cláusulas eram padrão dos contratos da Pfizer em todo o mundo.

        – que a Anvisa não tinha aprovado – bastava fazer como fizeram Chile, México e depois EUA, apostarem em uma farmacêutica séria. A vacina seria fatalmente aprovada e teríamos um contrato, estoques e alguns milhares de brasileiros já vacinados em dezembro de 2020. E dezenas de milhões de doses no primeiro trimestre de 2021

        Mas qual foi a posição do Presidente? Que viraríamos jacarés, ou as mulheres ficariam peludas e homens falando fino se tomássemos a vacina da Pfizer. E não me conteste, estas declarações foram públicas..

        Quanto ao fato do Flavio adentrar a CPI, ele nunca o fizera antes e também a linguagem chula é iinadmissível no âmbito de qualquer dos três poderes. Baixaria pura.

        Não digo que Renan seja um cordeirinho (não é), mas, como já disse, o erro inicial foi do Bolsonaro ao apoiar um senador inexpressivo (onde anda êle, por sinal?) e implodir a candidatura do Renan. Arrumou um inimigo muito experiente e matreiro, que aguardou o momento correto para iniciar o ataque. Aposto 1000 meus contra 1 seu que em caso contrário, a CPI não sairia. Conclusão: saiu por burrice. O Bolsonaro passou décadas no congresso e não aprendeu como funciona?

        Abraços

        • Vou responder por partes .
          O seu comentário é incoerente . Por que a Pfizer teria que honrar o contrato e a Sinovac não honra e vc atribui ao governo chinês o entrave ? Não seriam 2 contratos comerciais com empresas ?
          Se vc acompanha a CPI deve ter ouvido o relator , numa pergunta , se não engano endereçada ao presidente da Anvisa , se não achava errado o governo brasileiro ter feito um contrato de 20 milhões de doses com a Covaxin sem que a agência tivesse aprovado o imunizante .O mesmo relator que cobra a assinatura de contrato com a Pfizer sem autorização da ANVISA .
          A fala do relator , que aqui vc compartilha , é uma visão estúpida ( a dele ) da fala do do Bolsonaro sobre o contrato que a Pfizer queria e conseguiu fazer . Ela está isenta de ser cobrada de qualquer efeito colateral advinda da aplicação da vacina ..
          Num país onde uma fala é motivo de entrada de pedido de impedimento do cargo , fazer um contrato sem base legal seria mamão com açúcar para a oposição .
          E finalmente , se o relator que tanto exibe o nº de mortes por Covid ( mas sequer lembra os 192 000 que morreram por pneumonia ) procura o genocida , ele é o Congresso Nacional que deveria ter feito em setembro a lei que fizeram em março /2021 , que possibilitou o contrato com a farmacêutica. Ou eles abdicam de ser o legislativo e deixa que o STF e o presidente legislem

        • E só pra falar em vacinação . Segundo o site Our World in Data ,os USA começou a vacinar em 20/12/20 e hoje tem só 36,25 % da população totalmente vacinada ( e pelo visto algo que senadores do Brasil não sabem , o Brasil não tem a infraestrutura e logística que os USA tem .E os USA não tem a Amazônia , nem os índios )
          O México que começou a vacinar na mesma data que o Chile 24/12/20 tem hoje um menor de vacinados que o Brasil ( percentualmente ) e o Chile ainda não alcançou os 60% , que eu acho que será o máximo nesta primeira leva .

    • Hipólito, uma correção:

      “E esse negócio de usar aviões da FAB é coisa antiga, que não sumiu do mapa. Severino Cavalcanti usou o avião da FAB para ir à sua terra natal (Mombaça) depois de eleito presidente da Câmara.”

      O correto é que em 25 de Fevereiro de 1989, Mombaça tornou-se capital federal, por um dia, por iniciativa do então Presidente Interino da República, Antonio Paes de Andrade. Severino Cavalcante era pernambucano de João Alfredo e até onde eu seu não levou avião da FAB até lá.

      Paes de Andrade era uma espécie de Odorico Paraguaçu e Mombaça era sua Sucupira.

      Abraços

  4. Pois é…..

    Nao foi apenas, fora Renan …. foi…..

    Renan vagabundo

    Faltaram
    Renan pilantra, estúpido, abusivo e resumindo…. um grandissímo FDP….

  5. Pelo que vi do depoimento do representante da Pfizer às cláusulas para assinar contrato tinha um bocado de imbróglio a ponto do senado fazer lei específica para tal, quanto a pesquisas me sinto tranquilo, quê nosso presidente vá pro pau em 2022 com o ladrão fichado de nove dedos, já com votos auditaveis aí veremos, o que ocorre que desde janeiro de 2019 esses crápulas tentam melar a vontade de mais de 50 milhões de brasileiros que escolheram seu representante honestamente e democraticamente!

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