A PÁSSAROS LARGOS

NENHUMA MENTIRA PARECERÁ VERDADE A VIDA INTEIRA

Caminho a ‘pássaros’ largos para bem longe das gaiolas e arapucas, aprendendo com a vida, a melhor das escolas, como fugir das ciladas, como ficar distante dos alçapões tantos que covardemente nos preparam. Minha floresta-aldeia, bem menor que a menor das cidades, é onde repousa minha felicidade, é onde busco desencontrar a hipocrisia de alguns que às vezes insistem em me assaltar. É um lugar coberto de verdades, é minha cantiga, meu descanso, meu de Barros, meu Buarque e meu Domingos. No meu recôndito refúgio percebo que quando os ‘espertos’ se dão conta de que a ‘esperteza’ foi desmascarada pelo poder da Justiça, que a vigarice restou sem máscara, é chegada a hora de os honestos poderem, enfim, exibir seus exemplos para as gerações futuras. Na minha aldeia prevalece a honestidade e o respeito às normas e às pessoas. A farsa não tem vez. Conforta saber que, na perspectiva do hoje, o amanhã sempre será um novo dia e que ninguém, por mais ardiloso que seja, engana toda a gente pela vida toda.

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3 pensou em “A PÁSSAROS LARGOS

  1. Apenas tento, amigo Assuero, mas voar é para os pássaros. Caminho, lentamente, tentando chegar a um bom termo. Chegar aos amigos já é um bom começo. Grande abraço

  2. Caro Poeta Xico:

    Minha amiga G, líder comunitária de Chão de Estrelas, costuma visitar todas as segundas-feiras, um presídio daqui do Recife, para levar algum alento a um condenado errático.

    De experiência dos ensinos das visitas, fato não observado ou não, pelo Dr.º Drauzo Varella na reportagem com a “Suzy”, ela, minha amiga G, checa todos os prontuários dos presos antes de com com ele conversar, e ainda consulta o administrador.

    Para sua surpresa, teve uma conversa de “pé de orelha” com um ex juiz jovem ainda, condenado pelo Pleno do TJPE por vender sentenças…

    Aí vem a fase que mais lhe chamou a atenção nessa figura “humana” que, amanhã, pode ser um juiz de garantia.

    Designado para “estudar os processos” dos presos condenados por enes crimes, foi descoberto pelo administrador do COTEL praticando os mesmos crimes de antes de ser condenado, utilizando os mesmos modus operandi.

    Decididamente, Meu Grande Poeta, levando em consideração esse mesmo princípio sociológico, antropológico, psicológico, não sei, o ser humano quando é mala, é mala mesmo, e nunca vai ter cura. A gente é que tem, com a experiência da vida, tocar o barco como se nada estivesse acontecendo e, infelizmente, ignorar certas figuras.

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