Meu Papa me arresponda
A que se deve o sumiço
Do cabaré do ‘Mauriço’
Onde quer qu’ele se esconda
Já fiz mais de 20 ronda
Perguntei ao fuxiqueiro
Tô precisando, ligeiro
Dar uma raparigada
Ah, que saudade danada
Desse tão lindo puteiro
Já perdi noite insone
Passei o dia acordado
Andei que fiquei cansado
E contratei um ‘aspone’
No Zap, no telefone
Ninguém sabe do Porteiro
De janeiro a janeiro
Minha busca deu em nada
Ah, que saudade danada
Desse tão lindo puteiro
R. Meu caro amigo e colunista fubânico, também estou em crise de abstinência!
Sem a nossa reunião cabarelística, as noites de sexta-feira perdem totalmente o seu encanto.
Parece que o gerente do puteiro, o colunista fubânico Maurício Assuero, doutorado academicamente e também um grande cientista na administração deste antro, tá enrolado até o gogó com sua agenda de trabalho.
E, pelo que me disse, ansioso pra que tudo volte ao normal.
Vamos aguardar que, com toda certeza, ele vai se manifestar aqui neste espaço. E vai tirar as dúvidas levantadas nesta sua inspirada mensagem rimada.
Vamos torcer pra que ele venha com boas notícias e confirme a assembleia putística de amanhã à noite!!!
Vou aproveitar a oportunidade e fechar essa postagem com uma obra-prima intitulada “Romeiros do Destino“, para embelezar o santo feriado do dia de hoje.
O autor é um gênio talentoso e um dos maiores ícones da cultura nordestina da atualidade.
Um cabra que atende pelo nome de Xico Bizerra, amigo desse editor amostrado e colunista do JBF!!!
Quem quiser saber mais sobre essa figura admirável, é só clicar aqui.
Recomendo aos leitores que atentem para a beleza e para as sutilezas desta letra, um Hino em homenagem à Nação Nordestina e aos grandes nomes de sua história, como Padre Ciço, Mestre Vitalino, Lampião, Ariano, Gilberto Freyre, entre outros.
A interpretação é do artista Israel Filho.
E a declamação no final de vídeo é do autor da música, um cabra chamado Xico Bizerra!
É de ficar ancho que só a porra, como diz Berto, ser lembrado por esse expoente poético chamado Xico Bizerra. De fato, eu tenho me atrapalhado bastante com as atividades laborais. Ainda preciso delas, no mínimo até 2026.
No meio do ano a ideia era aproveitar o período de são João e concluir uma disciplina numa pós graduação e o professor que entraria em seguida pegou COVID. Com isso tive que substituir antecipando outra disciplina. Voltamos aos poucos, com dificuldade de trazer palestrantes, mas fomos seguindo. Em adição, um projeto da facepe me obrigou a viajar quase toda semana, mas ainda assim a gente abriu as portas. Acredito que a normalidade voltará a partir de janeiro.