Querido Editor Luiz Berto,
Bom dia!
Para fechar as comemorações de Natal e Ano Novo, estou lhe enviando o poema “O PERU DO NATAL”, que a minha saudosa mãe ensinou à neta Diana, minha filha, a recitar nas tardes festivas do Teatro Jesiel Figueiredo, em comemoração ao Natal.
Se for possível publicar, ficarei muito agradecida.
Feliz 2025!
O PERU DO NATAL (Cornélio Pires)
No Natal, Sinhá Luzia da Portela
pôs um peru debaixo da bacia,
para comer nas horas de alegria…
Mas em sonho o peru falou com ela…
Sinhá Luzia, não corte minha goela!
Quero lembrar Jesus na estrebaria!
A senhora me mate noutro dia!
Não me ponha no forno ou na panela!
Sinhá Luzia acordou em desaponto,
fez almoço pequeno, tudo pronto…
Só mandioca, chuchu e broa quente.
Quando o patrão pediu peru no prato,
ela disse: Eu morro, mas não mato!
Esse bicho é de Deus, que nem a gente!

Coitado do Peru. Ninguém gosta de perua. Pelo sim ou pelo não, me explique Violante, porque a Missa é do Galo?
Abraço nim tu, muié linda e querida; tomém abrace Diana!
Que 2025 venha repleto de saúde e paz!
Obrigada pelo comentário gentil, querido Escritor José Ramos!,
O Peru sempre é maior do que a perua. É cevado para engordar, e na panela ou no forno, rende muito mais.
Por sua vez, a perua é sempre menor, põe, choca os ovos e gera outros perus e peruas. Dá sempre lucro a quem os cria.
A Missa do Galo é a celebração litúrgica da meia-noite, na véspera do Natal. Ela recebe esse nome porque, segundo a tradição, à meia-noite do dia 24 de Dezembro, um galo cantou mais fortemente que qualquer outro, anunciando o nascimento do Menino Jesus.
Desejo a você e família, um Ano Novo pleno de felicidades, com muita saúde, alegria, inspiração e Paz!
Abraços meus e de Diana!