
São duas crianças minhas
Visão que o meu peito aquece
Se meu pai me deu seu colo
Meu neto em meu colo cresce
No movimento da vida
Um me serviu de guarida
Do outro sou alicerce.
Se o neto de mim carece
Vou usando o tempo meu
Para lhe dar as lições
Que um dia papai me deu
E a vida segue assim:
Um aprendendo de mim
O que o outro já esqueceu.
Parabéns pelo poema e pela família. Vida longa a todos.
A todos nós.
Jesus:
Que linda jóia poética. Linda iluminura de um elevado pensamento.
Abraços,
Magnovaldo
Magnovaldo, meus amores se renovam.
São duas crianças suas; dois extremos; um a iniciar a jornada e o outro no ocaso do viver… E você no meio a olhar quando os extemos se encontram… O neto, o filho, o avô naquele momento em que o filho ampara os extremos… Amor, sublime amor…
Jesus, que bom poder retratar isso em versos