RODRIGO CONSTANTINO

Lula - Nicolás Maduro - Venezuela - Dívida - Brasil - Gazeta do Povo

“O único crime do ex-presidente colombiano Uribe foi lutar incansavelmente e defender sua pátria. A instrumentalização do judiciário colombiano por juízes radicais estabeleceu agora um precedente preocupante”, escreveu o secretário Marco Rubio em seu X. Rubio, descendente de cubanos, conhece bem os métodos do Foro de SP e tem usado seu cargo elevado e a confiança de Donald Trump para reagir aos regimes comunistas na região, como na Venezuela e no Brasil.

Da mesma forma que Uribe vem sendo perseguido pelo comunista Petro, Maria Corina Machado é perseguida por Nicolás Maduro e Jair Bolsonaro por Lula e seu consórcio no poder. Os instrumentos são os mesmos: o uso do Poder Judiciário para a destruição dos adversários políticos. Trump se solidariza com os perseguidos não só porque entende o perigo dessa instrumentalização para a democracia, mas porque ele mesmo foi alvo de algo similar.

Um dos primeiros atos oficiais de Lula quando voltou ao poder foi receber Maduro no Palácio do Planalto. Isso mostra como o elo com os ditadores comunistas é profundo, em que pese o TSE ter impedido jornais centenários de comentar o assunto durante a campanha eleitoral. Lula se inspira no modelo venezuelano, isso deve ficar claro. O sonho do PT era perseguir cada candidato com chances concretas, como fez Maduro na Venezuela.

É só nesse contexto que dá para entender o “julgamento” a que o STF, sem foro adequado, submete Jair Bolsonaro. Diz a manchete da Folha de SP: “Bolsonaro condenado pode pegar de 12 a 43 anos, e debate sobre extensão de pena segue aberto”. O subtítulo fala dos supostos crimes, o que denota a farsa toda: “Acusações incluem organização criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático e golpe de Estado”.

Chega a ser tudo ridículo demais para sequer ser discutido a sério. Mas é a narrativa criada pelo consórcio, nos mesmos moldes que faz Maduro e agora Petro contra seus adversários. São todos “ameaças à democracia”, uma democracia que, na prática, fora destruída pelo próprio comunismo.

Mas Trump e Rubio estão atentos. A Venezuela já foi considerada um narcoestado pelos Estados Unidos, e o Brasil vai sofrer sanções pesadas a partir de agosto. O objetivo não é comercial, mas sim politico: ajudar a reverter o quadro institucional dominado pelos comunistas. Resta saber se ainda há tempo para isso…

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