Karina Michelin
O regime brasileiro concluiu a venda das minas estratégicas de níquel para a estatal chinesa MMG por 500 milhões de dólares, ignorando uma proposta quase duas vezes maior – US$ 900 milhões – feita pela empresa holandesa Corex Holding, ligada ao grupo turco Yildirim. A venda expõe não apenas má gestão, mas uma escolha política deliberada; privilegiar o aliado ideológico, ainda que isso custe bilhões ao Brasil.
A transação inclui os complexos de Barro Alto e Codemin, em Goiás, além de projetos em Mato Grosso e Pará. Com isso, a China passa a controlar 60% da produção nacional de níquel, mineral essencial para baterias, veículos elétricos e aço inoxidável – o insumo mais estratégico da transição energética mundial.
Sob Lula, o Brasil abandona a soberania mineral e tecnológica e se torna peça da estratégia de dominação global da China. A decisão de vender barato não foi apenas econômica: foi ideológica. O regime petista tem na China seu aliado fiel, copiando e importando seu modelo de vigilância, censura e controle social.
A venda por valor menor mostra a ausência de uma estratégia nacional de soberania mineral. O Brasil abriu mão de US$ 400 milhões e, de quebra, entregou mais espaço geopolítico para a China em um mercado que é alvo de disputa feroz entre Estados Unidos e União Europeia.
Não por acaso, a Corex Holding já recorreu ao CADE no Brasil e à Comissão Europeia, alegando risco de concentração de mercado e ameaça à segurança do fornecimento global de níquel. A preocupação é clara: o Brasil virou corredor de passagem para os interesses de Pequim.
O regime Lula trocou bilhões de dólares, a autonomia brasileira e o futuro da democracia por alinhamento ideológico com a China. Um erro histórico que custará caríssimo à Nação.
A “State Grid” chinesa já controla aproximadamente 10% das linhas de transmissão de alta tensão no Brasil, com mais de 16 mil km de linhas em operação, que se estendem por 13 estados.
O governo socialista brasileiro “entrega” o país.
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Foto ilustrativa perfeita.