FERNANDO ANTÔNIO GONÇALVES - SEM OXENTES NEM MAIS OU MENOS

Com a última cafajestada histórica do Donald Trump, o mais grotesco presidente que os Estados Unidos tiveram em sua democrática trajetória, urge algumas providências de enfrentamento pelo Governo Brasileiro, uma Nação que seguramente lidera o continente sul-americano. Enumero-as, pedindo vênia aos leitores pensantes deste jornal escroto fabuloso:

a. Fusão de municípios que não possuem sustentabilidade econômico-financeira própria em níveis fixados por lei federal.

b. Federalização do Ensino Público Fundamental, sem perda da contribuição paralela complementar das instituições particulares.

c. Tributação financeira das instituições religiosas cadastradas no CNPJ.

d. Redução da atual composição ministerial para, no máximo, 15 Ministérios.

e. Novo Código de Processo Penal, face o surgimento de novas práticas criminosas surgidas nos últimos tempos.

f. Fortalecimento das TVs Educacionais, favorecendo a promoção de eventos culturais e de cursos de capacitação, aperfeiçoamento e especialização.

g. Obrigatoriedade, por Lei Federal, de remuneração máxima salarial dos servidores públicos de todos os níveis, nela estando incluída os adicionais.

h. Reestruturação curricular dos atuais Cursos de Pedagogia, em todas as instituições de ensino superior, favorecendo a disseminação de uma Educação Fundamental Crítico-Construtiva-Empreendedora-Democrática, humanísta e tecnológica.

i. Fortalecimento financeiro das Universidades Públicas Federais, sem permissão das suas expansões discentes nos próximos 10 anos, buscando dinamizar mais o vigente atualmente.

k. Maior independência econômica dos Estados Unidos, mormente no binômio importação-exportação, promovendo novos acordos de intercâmbio com outros países.

l. Dinamização intelectual da Diplomacia Brasileira, favorecendo a ampliação dos intercâmbios comerciais com o resto do mundo.

m. Redução para 15 anos da idade mínima criminal.

n. Ampliação das penas por cometimento de feminicídios, infanticídios e assassinatos de idosos e deficientes, também de irresponsabilidades cometidas na direção de veículos em ruas e rodovias.

o. Modernização das Bibliotecas Públicas Estaduais, potencializando a divulgação on line de textos humanísticos e técnicos de autores brasileiros.

p. Abandonar as obsessões de reviver passados, posto que “quem gosta de passado é museu”, com o objetivo de ser o todo nacional sempre uma metamorfose ambulante evolucionária.

q. Estabelecimento, por legislação federal, de limites anuais de gastos públicos, federais, estaduais e municipais, com publicidade oficial nos meios de comunicação.

r. Reestruturação dos Cursos Superiores em Ciências Humanas e Socais, com docentes capacitados e bem remunerados, também incentivando a produção editorial das Instituições Universitárias.

r. Reestruturação do Conselho Federal e dos Conselhos Estaduais e Municipais de Educação, promovendo uma maior integração deles com todas as áreas de ensino, numa consistente prática desburocratizante, independente e sem componentes trabalhando nos sistemas educacionais públicos e particulares.

s. Estabelecimento de não reeleição para Presidência da República, Governos Estaduais e Municipais, federações e sindicatos, somente permitida a reeleição ao Senado, Câmara de Deputados, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais.

t. Ampla consulta pública, efetivada eletronicamente, encarecendo propostas que proporcionem uma ampla participação do eleitorado na Cidadanização Democrática da Nação Brasileira.

8 pensou em “URGÊNCIAS BRASILEIRAS

    • Cara Schirley, Fernando é um colunista que ocupa um espaço no JBF há mais tempo do que eu o venho frequentando (não faço nem ideia de quanto tempo).

      Esta é a gazeta mais escrota e democrática da internet, nunca tendo censurado ninguém.

      Ele tem todo o direito de escrever, como eu tenho o direito de discordar, o que o fiz de forma contundente, mas de forma conservadora logo abaixo.

      Abraços

  1. O Caro colunista fubânico começa sua coluna partindo de uma premissa e posicionamento;

    “Com a última cafajestada histórica do Donald Trump,…”

    Depois enumera algumas providências que o governo poderia tomar para enfrentar D. J. Trump e os EUA.

    Primeiramente vamos lá, qual cafajestada fez Trump contra o Brasil? Disse que vai sancionar em 50% nossas exportações para os EUA a partir de 01/09/25, coisa que está inteiramente ao seu alcance e que vai deixar nossa economia, que já não está lá esssas coisas, em frangalhos.

    E porque Trump fez isso? Ele mandou uma carta muito bem explicadinha, de tal forma que até o Loola e seus asseclas poderiam entender.

    Basicamente pediu para deixarem Bolsonaro (que sofre uma perseguição política implacável) em paz. Trump sabe o que é isso, pois já sofreu igual, além de ter uma dívida de gratidão para com Bolsonaro, que foi o último presidente do mundo a reconhecer a vitória fraudada do Bidê.

    E o que nosso governo resolve fazer? Jogar a culpa das sanções a nós imputadas (às piores taxas do mundo) no Bolsonaro. Também resolver peitar e enfrentar os EUA.

    Desde a campanha eleitoral do ano passado, o Loola não faz outra coisa a não ser atacar Trump, chamando-o de nazista, fascista, genocia e os demais adjetivos de sempre. O POTUS não retrucou os ataques, respondeu na forma que os EUA sbem, com um porrete na cabeça (vem mais por aí)

    China, México, UE, dentre mais de 100 países do globo baixaram a bola e foram negociar com o Loirão, que está conseguindo o que quer.

    Onde vamos chegar com estes idiotas que nos governam? Quebradeira geral, pobreza e fome até que os patrocinadores (O Sistema) entenda que está caro manter os ladrões no comando.

    Teremos temos difíceis pela frente.

    • Parabenizo efusivamente o JBF pelo irrestrito respeito aos textos publicados e aos comentários concordantes e discordantes emitidos. Que o Brasil multiplique ambuentes sinceros entre conservadores e progressistas, consolidando a Cidadania Brasileira e defenestrando sectarismos extremos que apenas vitimam uma sadia convivialidade entre todos os segmentos sociais, propulsionando um desenvolvimento nacional com amplo respeito coletivo.

  2. Esse Fernando oxente está cada vez menos, menos, menos….
    A coluna dele seria melhor publicada na carta capital.

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