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Creio que ninguém desconhece que “em boca fechada não entra mosca”, cara senhora Bolsonaro, diria o imortal Nazareno Luís do Amor Divino.
Realmente euzinha estou “véia bagarai”, pois na minha saudosa época, quando minhas ancas despertavam cobiçosos olhares, as mazelas familiares ficavam restritas ao âmbito familiar ( “roupa suja se lava em casa”). Atento Laudeir, diga isso à bela Michele.
Hoje todo mundo quer seus quinze minutos de fama. E lá foi a Michele, em inoportuno momento (eleições à porta) jogar pedra no telhado de vidro do “meu amigo Flávio” e dar munição à extrema-esquerda, pródiga em transformar pingo d’água em tempestade e dilúvio (sim, eles tsunameiam tudo que lhes conceda algum ganho político).