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Creio que ninguém desconhece que “em boca fechada não entra mosca”, cara senhora Bolsonaro, diria o imortal Nazareno Luís do Amor Divino.
Realmente euzinha estou “véia bagarai”, pois na minha saudosa época, quando minhas ancas despertavam cobiçosos olhares, as mazelas familiares ficavam restritas ao âmbito familiar ( “roupa suja se lava em casa”). Atento Laudeir, diga isso à bela Michele.
Hoje todo mundo quer seus quinze minutos de fama. E lá foi a Michele, em inoportuno momento (eleições à porta) jogar pedra no telhado de vidro do “meu amigo Flávio” e dar munição à extrema-esquerda, pródiga em transformar pingo d’água em tempestade e dilúvio (sim, eles tsunameiam tudo que lhes conceda algum ganho político).
Minha conduta em relação ao Brasil a partir de outubro será radical. Se o povo brasileiro, com ou sem fraude, optar por continuar no submundo do crime, eu vou desistir de tentar melhorar e torcer contra a “pátria”.
Chega de tratamento paliativo.
Vai ter que ser :alta por óbito “
Dormindo com o inimigo. Só mais munição para a esquerda. Tem cheiro de divórcio
Bolsonaro já deveria ter chutado o pau da barraca, a barraca, tudo. O cara fez o que podia. Acordou o Brasil, mostrou o caminho e empurrou todo mundo pra estrada e foi trancado no banheiro do posto de gasolina.
Já era pra ter explodido essa bagaça. Vai perder mais o quê? A mulher?
Onde ele está, o que fizer é lucro. Dá bônus. Mas tem que fazer, porra!
Os covardes são maioria no centro e na direita..
Assim como fez o Moro, na primeira oportunidade, Michele, que eu admirava, deita no colo do Dino.
A direita está estilhaçada, realmente, e, por incrível que pareça, não foi a esquerda a principal responsável por essa fratura exposta.
Se o candidato Flávio não tivesse o sobrenome Bolsonaro, com certeza já teria sido triturado pelos limpinhos da direita e lula da silva já teria consolidado sua vitória no primeiro turno.
Se os liberais que se dizem de direita estão realmente determinados em tirar lula da silva do poder, têm que se conformar com a realidade que lhes incomoda, mais até do que ao lulopetismo do fim do mundo: Flávio Bolsonaro é o único candidato da direita capaz de derrotar o flagelo que veio de Garanhuns. Nem juntando os votos de Zema, Caiado, Michele, Tarcísio o Brasil conseguiria se livrar da esquerda.
Lamentavelmente, o maior inimigo da direita brasileira é o ego exacerbado de grande parte de suas principais lideranças. Querem se apossar de qualquer modo, do patrimônio político de Jair Bolsonaro.
Sem Bolsonaro, a direita voltará à insignificância política que foi arremessada após o fim do governo dos militares e achará como justa a humilhação suprema de reassumir seu patético papel de patrocinadora silenciosa de governos corruptos, inconsequentes e traidores da pátria ao longo de mais de quarenta anos.
Tenham certeza, senhores e senhoras que, inexplicavelmente, teimam em inviabilizar o retorno da direita ao poder. Todos que participam dessa implosão do campo direitista serão cobrados pelo mal que estão fazendo ao Brasil.
É um povo de merda. Roubado de todas as formas, todo dia e na hora de votar, reelege o ladrão por que o “Flávio brigou com a Michele”.
O Lula representa a nossa “bolsa tudo” o pobre, a nossa soberania e a democracia.
Michelle, a lavadeira (ótimo texto de Tatiane Melchior Stefanello Hodson). Trecho: “Roupa suja lavada nas redes sociais é um sinal de imaturidade, falta de classe e vontade de aparecer. Mesmo no Brasil, o país das fofocas online”
Se essa, nesse tempo todo orando no meio do clima de política, não aprendeu qual o objetivo dessa guerra, já era. A bíblia era só fachada.
Caráter zero.
Agora é torcer pra Janjo extrapolar nas desgraças até outubro para sonharmos ganhar o pleito por 0,01%, como no Peru.
Laudeir, os meus olhos (e o meu cérebro) são meus. Aprendi a nunca olhar e concluir a partir dos olhos dos outros. Democraticamente, meus olhos são castanhos e nunca invejei os olhos verdes, azuis dos outros. Os meus me servem.
Dito isso, me explico: o PT e qualquer candidato dessa sigla estão literalmente fo-di-dos (e nem peço perdão pelo termo chula, porque vejo isso mesmo).
Vamos raciocinar: existe uma das disputas mais acirradas pelo Senado. Essa será em Brasília/DF, que tem um contingente de eleitores muito pequeno – pelo menos 70% dos eleitores de Brasília, nas eleições, viajam para seus municípios e estados. Pois, é lá que Michelle é candidata e vai disputar voto a voto acompanhada do pitbul de estimação. Ela é Presidente do PL MULHER, mas que vota no Amapá ou Sergipe ou São Paulo, não vota nela. Essa é a tática de guerra do PL e apenas os eleitores estão se manifestando. Não vi nem li nenhum pronunciamento do Presidente Nacional do partido, tampouco do marido (já li até alguém falando em divórcio) da dona Michelle. Repito: os meus olhos e o meu cérebro são meus! Mas, entendo e respeito esses órgãos dos oiutros.
O Brasil bar ter que contar com dois fatores extras em outubro. A influência da pressão fiscalizadora americana e sorte, (ajuda Divina).
Como um exército faz falta!!!
Laudeir concordo contigo: pressão fiscalizadora americana. Poderia ser diferente, se fôssemos uma nação desenvolvida – o que não somos!
Em 1962/63, em Fortaleza, invadíamos o ônibus (pago) para sentar. Todos esses anos depois, nada mudou. Os ônibus continuam sendo invadidos e os trens suburbanos idem. Há países onde o jornal impresso é colocado nos postos de vendas, o usuário coloca um valor xis e pega o jornal. No Brasil, o “povo educado, instruído, civilizado” é capaz de carregar até o depósito dos jornais. No futebol, veja quanto tempo demora uma “verificação do VAR”, e compare-a com a mesma situação no Brasil. No último jogo do Brasil, a “mídia especializada em futebol” reclamou da arbitragem pela anulação de um gol do Vini Jr. Mas, essa mesma “mídia especializada em futebol”, não disse nada (por ignorância de desconhecimento) quando, ao aplicar um cartão amarelo no Danilo, o batedor da falta “colocou a bola sobre a linha divisória da grande área” – a linha pertence à área e a arbitragem teria que impedir. Mas deixou passar por desconhecimento da regra – e olhe que, nessa Copa, os árbitro estão aparelhados com uma câmera.
Logo mais teremos o jogo do Brasil contra o Japão. Em matéria de disciplina são dois extremos.
Vamos ver o resultado. O mundo vive nos surpreendendo.