6 pensou em “UM TIQUINHO DE NADA… APENAS MEIO BI,BI

  1. “Política é o incessante crepitar de madeira vagabunda na grande fogueira das vaidades”, dizem que disse minha vovozinha, a simpática Hermenengarda Urbach Le Regret d’ Hèraclite

  2. Olá! Fala-se de quem compra, mas e quem se vende? São vermes , farinha do mesmo saco…arrotam e se perfilam como guardiões da honestidade, mas no escondidinho – embora hoje nem mais escondam suas baixezas, sua vileza – se deliciam e enchem as burras…enfim…assim segue o baile…. e, tome imposto para cobrir tudo isso….inté!

  3. Meu entendimento eh o mesmo do José Alves. Vou usar a linguagem da minha Avo: no buraco que alguém caga, tem muita merda
    Se ele compra, alguém se vende.

  4. Quando a lealdade tem preço e o cofre público vira moeda, não há lado limpo — há apenas um sistema refinando a própria corrupção. Não é governar — é precificar a lealdade com dinheiro que nunca foi deles.
    A corrupção mais perigosa não é a que se esconde — é a que se veste de governabilidade e negocia virtudes como se fossem cifras. Que bela democracia: a lealdade cotada em bilhões e a consciência em liquidação — tudo pago com o dinheiro de quem não foi convidado pra festa.
    Não é corrupção, claro… é só ‘governabilidade’ com etiqueta de luxo e preço público.
    O roteiro é simples: chama de articulação, paga com bilhões e batiza de lealdade — e ainda esperam aplauso.
    Nada mais elegante do que transformar dinheiro público em prova de fidelidade — é quase poesia, se não fosse saque, porque quando a política vira balcão, até a lealdade sai com nota fiscal — pena que o contribuinte nunca aprovou a compra.
    Lealdade, no Brasil, não se conquista — se fatura. E o contribuinte é o otário premium do sistema. É bonito de ver: milhões viram ‘emendas’, bilhões viram ‘acordos’… e a vergonha vira protocolo.
    Tenho dito.

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