This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.
“Política é o incessante crepitar de madeira vagabunda na grande fogueira das vaidades”, dizem que disse minha vovozinha, a simpática Hermenengarda Urbach Le Regret d’ Hèraclite
É o preço Bessias.
É amanhã.
Alguma dúvida de que será aprovado?
Reeleger é reerrar!
Olá! Fala-se de quem compra, mas e quem se vende? São vermes , farinha do mesmo saco…arrotam e se perfilam como guardiões da honestidade, mas no escondidinho – embora hoje nem mais escondam suas baixezas, sua vileza – se deliciam e enchem as burras…enfim…assim segue o baile…. e, tome imposto para cobrir tudo isso….inté!
Meu entendimento eh o mesmo do José Alves. Vou usar a linguagem da minha Avo: no buraco que alguém caga, tem muita merda
Se ele compra, alguém se vende.
Quando a lealdade tem preço e o cofre público vira moeda, não há lado limpo — há apenas um sistema refinando a própria corrupção. Não é governar — é precificar a lealdade com dinheiro que nunca foi deles.
A corrupção mais perigosa não é a que se esconde — é a que se veste de governabilidade e negocia virtudes como se fossem cifras. Que bela democracia: a lealdade cotada em bilhões e a consciência em liquidação — tudo pago com o dinheiro de quem não foi convidado pra festa.
Não é corrupção, claro… é só ‘governabilidade’ com etiqueta de luxo e preço público.
O roteiro é simples: chama de articulação, paga com bilhões e batiza de lealdade — e ainda esperam aplauso.
Nada mais elegante do que transformar dinheiro público em prova de fidelidade — é quase poesia, se não fosse saque, porque quando a política vira balcão, até a lealdade sai com nota fiscal — pena que o contribuinte nunca aprovou a compra.
Lealdade, no Brasil, não se conquista — se fatura. E o contribuinte é o otário premium do sistema. É bonito de ver: milhões viram ‘emendas’, bilhões viram ‘acordos’… e a vergonha vira protocolo.
Tenho dito.