Esta última semana, aqui na minha taba na gloriosa Campo Grande/MS estive acompanhando os acontecimentos de Pindorama, principalmente sobre a dita parada do orgulho LGBTQIAPPUTAMERDAE+, especialmente na ala “crianças trans existem”. Fico a pensar que orgulho um macho peludo vestindo uma calcinha fio dental e todo rebolativo vai inspirar nos outros, se nem ele se respeita como macho, ainda que suas preferências sexuais sejam outras, e isso é problema dele e com quem ele se relaciona.
No entanto, eu fiquei-se-me a pensar nesse movimento, como ele começou e quis foram suas pautas nos últimos sessenta anos, no ocidente, e como a sociedade foi negociando seus princípios, e, atualmente, a mesma sociedade se vê diante de situações, no mínimo inusitada, e um pouco mais além, perigosa para a existência da própria sociedade.
Falar sobre homossexualismo e homossexualidade – e não me venham os analfabetos dizer que esse sufixo “ismo” faz referência a doença. Isso é desconhecer o processo de formação da língua e os seus significados -, não somente exige uma perspectiva histórica de percepção do mundo, como também uma perspectiva humanística do mesmo. Em todas as culturas, em todos os impérios, e em todas as religiões há referências sobre esse ponto. Dos “rapazes escandalosos” de que fala o Antigo Testamento, ao “pecado nefando” da Inquisição Católica, ao “Amor que não ousa dizer seu nome”, cunhado por Oscar Wilde, sempre houve homossexuais, e sempre haverá. É um contexto humano.
Todavia, o que me preocupa não é a sua existência, mas como as suas pautas foram se adaptando e se modificando ao longo da segunda metade do século XX e nessas duas décadas do século XXI, principalmente depois que elas foram sequestradas pelo pensamento de esquerda e seu “progressismo” que sempre faz a sociedade caminhar para traz.
O movimento de orgulho – anteriormente “gay” -, nasceu em Nova York com o chamado movimento do Stonewell Inn. Um bar frequentado por gays latinos e não brancos e que, em novembro de 1968 sofreu uma batida policial, com muitos presos e fichados por “comportamento imoral”. Desse episódio surge o movimento de orgulho gay. Até aí, tudo bem. Como disse, com quem as pessoas se deitam, o que elas fazem entre quatro paredes é problema dela e com que ela esteja, e de ninguém mais. Eu não vou ficar me doendo se um homem se deita com outro homem, ou se uma mulher se deita com outra mulher. Não é da minha conta, não paga meus boletos, e nem coloca comida na minha mesa.
Porém, as suas pautas mutantes ao longo do tempo e a negociação que a sociedade faz, utilizando seus princípios, para agradar a uma agenda sequestrada pela esquerda, no movimento gay, isso sim, me preocupa. De início, esse movimento, segundo as perspectivas históricas buscava apenas o direito de se relacionar, sem que isso fosse considerado crime, ou mesmo algo reprovável. Conseguiram. Lembro-me que muitos representantes desse movimento queriam apenas isso, e nada mais!
Em seguida, essa pauta modificou-se e passaram a ser tratados como qualquer casal heterossexual, com direito a declaração conjunta de imposto de renda, direito a usufruir de plano de saúde, direito de herança. Alegavam se tratar de algo justo. Concordo. Se você batalhou, suou e lutou ao lado de alguém, construiu um patrimônio, nada mais justo usufruir dele, caso de companheiro, ou companheira vier a faltar, e não ser lançado na rua, sem nada, como muitas vezes ocorreu, aqui em Pindorama, e em outras partes do mundo.
Os representantes dessa classe de pessoas diziam de pé juntos que nada mais queriam, já que essas reivindicações fechavam as suas pautas de direitos. Mas, e sempre existe um mas, com a concessão desses direitos, voltaram-se a exigir, e não mais reivindicar, não direitos, mas privilégios que a sociedade não tem. São as ditas cotas: em universidade, como se essas instituições não fossem pautadas pela excelência do conhecimento, pela qualidade da produção de conhecimento. Na visão desse grupo, sequestrado pelo pensamento esquerdista, a porção final do reto tem mais valor do que toda a massa encefálica encerrada no crânio, em concursos públicos, em banheiros, etc,.
Depois desse atendimento, a pauta de exigências apenas cresceu exponencialmente. Uso de banheiro a depender da declaração autopercebida da sexualidade, o direito de mudar de nome, o direito de mudar a anatomia de sua genitália, usando o dinheiro de toda a sociedade, mesmo daquela sociedade que não concorda, ou não apoia as suas reivindicações.
Hoje a pauta está voltada para algo perigoso e que, no longo prazo desestabiliza toda a sociedade humana e coloca em risco a própria espécie e a sua preservação. O alvo dessa pauta “progressista” está na criança e em seus dois espaços privilegiados: a escola e a religião. Não é de assustar perceber como essa pauta está vindo com toda fúria sobre a sociedade conservadora. Já se fala em casamento gay em igrejas, exigindo pena para o padre, pastor, reverendo, ou qualquer líder religioso que assim se recusar.
Com as crianças é uma pauta de sexualização precoce, erotização e modificação de sua percepção de sexo – ainda quero falar em outro texto sobre a noção de gênero, e como o movimento esquerdista, travestido de LGBT, deturpa essa palavra, sem base nenhuma -. Essa pauta está justamente na intenção de que, destruindo essa percepção, irá destruir o conceito de família, de fé e, por fim, da própria sociedade levando-a à sua extinção.
A palavra mágica hoje é “trans”. Trans isso, trans aquilo. Não importa o seu significado. O que importa para o grupo é a subversão das bases da sociedade. Já ouvi um militante dessa pauta dizer que o objetivo deles é destruir a família. Como não conseguem mais com os adultos, seu alvo se virou as crianças. É nelas que a esquerda dentro do movimento “gay” está investindo todas as suas fichas. Todos os seus tentáculos. Destrua a infância e a sociedade será destruída. Essa é a evolução histórica do movimento desde 1968. Essa é a agenda dita libertária e progressista que será concretizada se a sociedade não abrir os olhos e dar um basta a essa destruição programada e planejada, negociando seus valores e colocando a corda no pescoço para seus algozes.
Roque, meu guru pindoramense: na minha época de guri nós costumávamos dar uns tabefes nesses pederastas, um comportamento lamentável. Claro, reconheço que a idade e a experiência humana me fizeram aceitar que qualquer um enfia o que quiser no buraco que bem entender. Agora, cuidar da destruição da família, começando pelo comportamento induzido das crianças, é um crime que deveria ser punido com a pena de morte, imediatamente, antes que se espalhe. E que esse bando de desgraçados vá direto de tobogã para o colo do Satanás queimar no fogo do quinto dos infernos.
Um abraço, uma semana cheia de saúde e sucesso.
Magno, meu caro.
Apesar da sua razão, infelizmente esse parece ser um caminho sem volta.
Meu Guru, Magnovaldo, definiu magistralmente a nossa opinião a respeito.
GOD SAVE THE MASTERS!!!!
Sexta Magnovaldo, ontem Adônis, hoje Roque, generosos caciques desta imensa taba bertiânica. Como é bom aprender com vocês, a cada texto que nos ofertam.
UMA ÓTIMA SEMANA A TODOS QUE SE DELICIAM NAS PÁGINAS FUBÂNICAS.
Ainda no terreno furical, surge a polêmica dos infantes e nos socorre o señor Vereza. Disse Carlos Vereza: “Criança de 7 anos não tem livre arbítrio para escolher sexualidade, é covardia. Não existe criança trans, isso é mentira. Gravei um vídeo que viralizou e não me arrependo. Muito pelo contrário”. (O vídeo ao qual Vereza se refere está no Instagram).
Parabéns pelo excelente texto, querido Roque Nunes, e pela chegada do primeiro neto! Que Deus o abençoe! Minha saudosa mãe dizia que os netos tem gosto de alfenim.
O seu texto poderia ser subscrito por toda a banda decente do País.
Está no Primeiro Livro de Moisés chamado GÊNESIS, no Antigo Testamento:
“26. E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra.
27. E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.
28. E Deus os abençoou. e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.”
Como leiga e cristã, considero antinatural tudo o que diz respeito à mudança de gênero, e o que se gasta com pesquisas, com esses “brinquedinhos de ricos”.
A evolução da Ciência e suas pesquisas deveriam priorizar a cura total do Câncer, Doença de Alzheimer, Doença de Parkinson, Esclerose Múltipla e outras doenças graves, degenerativas e incuráveis, que tanto sofrimento tem causado aos seres humanos.
Considero a mudança de gênero um atentado satânico às coisas de Deus.
Grande abraço! Muita saúde, alegria e Paz!
Perdoe o linguajar rasteiro, Dr Roque, mas esses avanços e alterações de pauta decorrem da máxima que abuso é igual p. : não tem ombro.
Então, entrou a cabeça…
Parabéns!