Leandro Ruschel

Algum tempo atrás, André do Rap foi solto da prisão por ordem do ministro Marco Aurélio Mello do Supremo. Horas depois dele ter saído pela porta da frente da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, a decisão foi cassada pelo presidente da Corte. Foi tarde demais, desde então o criminoso é considerado foragido.
Mesmo no status de foragido, ele foi agraciado nesta semana com a decisão do STJ de considerar ilegal a apreensão dos seus bens, já que a decisão judicial que produziu a apreensão dos bens seria apenas para prisão do marginal, e não a busca e apreensão dos seus bens.
Com isso, um helicóptero avaliado em R$ 7,2 milhões foi devolvido a ele, juntamente com outros bens: uma embarcação de 60 pés, de R$ 5,2 milhões; dois luxuosos imóveis em Angra dos Reis (RJ); um Porsche Macan ano 2016; quatro jet-skis; quatro computadores e 33 telefones celulares, segundo matéria de Josmar Jozino, do UOL.
O helicóptero estava sendo utilizado para operações policiais, e também para o transporte de órgãos doados.
A Polícia de SP estima que o chefão do tráfico tenha um patrimônio total de meio bilhão de reais.
Compare as prerrogativas de defesa oferecidas a um dos maiores criminosos do país, responsável por uma infinidade de graves crimes, com o direito de defesa oferecido a quem cometeu “crime” de opinião contra autoridades, em que nem mesmo acesso integral ao processo é oferecido.
Eis o Brasil comandado pela esquerda: traficantes perigosos soltos, podendo contar com o patrimônio construído de forma ilícita, enquanto opositores da esquerda são censurados, perseguidos e até presos, com contas bancárias bloqueadas e até passaportes anulados.
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LULA TAXA COMPRAS DE MENOR VALOR NO EXTERIOR
Tentativas sorrateiras para engodo aos chineses versus outras vantagens cabulosas.
Já deixou de ser deboche a muito tempo. Tá mais prá declaração de guerra.
Alguém me explique por favor. Os bens de um criminoso condenado são devolvidos por ordem da “justiça” mas as contas (inclusive do salário) de um deputado são mantidas bloqueadas pela “justiça”! Qual a lógica disso