Comentário sobre a postagem CHARLIE KIRK: MÁRTIR DA LIBERDADE
Otoya Yamaguchi:
Esquerda nunca foi partido ou corrente política.
É melhor sintetizada como ESQUERDALHA (esquerda com tralha ou esquerda com canalha).
É um transtorno de personalidade – contagioso, maléfico, satânico – e ligado a tudo que tem de pior no mundo.
Esse transtorno é intermediário entre a sociopatia e a psicopatia.
Pessoas adultas e psicologicamente equilibradas acreditam em suas próprias capacidades e desejam que o governo não seja invasivo, apenas cumpra seu papel de regulamentar o convívio social. Já pessoas infantilizadas e incapazes não querem construir sozinhas seu próprio destino. Não têm iniciativa, nem autonomia, e por isso pedem que o governo seja o provedor. E esses são os típicos esquerdistas radicais, que poderiam ser curados com terapia.
Essa é a tese do psiquiatra americano Lyle H. Rossiter. Seu livro A Mente Esquerdista: As Causas Psicológicas da Loucura Política, que destrincha esse raciocínio ao longo de quase 500 páginas, busca problemas psicológicos e de comportamento nas pessoas que defendem um Estado amplo e provedor de programas públicos para todos os aspectos da vida.
“”” … ESQUERDALHA (… ou esquerda com petralha). “””
Criminosos e não tem respeito a vida do seu semelhante. Bando de canalhas.
Maurino Júnior, 16 de setembro de 2025 – A chamada esquerda jamais foi, em essência, um partido, tampouco uma corrente política legítima. Não passa de uma deformação intelectual e moral, uma usina de ressentimentos disfarçada de ideologia. O que se costuma designar como “esquerda” encontra sua melhor tradução na palavra esquerdalha – uma amálgama de canalhice, tralha ideológica e miséria moral, envolta em slogans baratos e bandeiras rasgadas que se sustentam apenas no eco do ódio e da inveja.
Não é teoria política. É uma patologia. Um transtorno de personalidade coletiva, contagioso e pernicioso, que se infiltra nas instituições, nas universidades, nos meios de comunicação e, sobretudo, nas consciências mais frágeis. Tal como um vírus, não precisa de lógica nem de consistência: basta-lhe apelar aos instintos mais baixos, à cobiça pela riqueza alheia, ao desejo infantil de receber sem produzir, de consumir sem criar, de viver sem responsabilidade.
Esse fenômeno doentio situa-se entre a sociopatia e a psicopatia. Sociopata, porque desrespeita qualquer contrato social verdadeiro, minando valores como a família, a fé, a propriedade e a pátria – bases da civilização. Psicopata, porque não treme diante da destruição, não vacila diante do sangue derramado em nome da utopia. Onde a esquerdalha governa, sobra ruína: da União Soviética à Venezuela, de Cuba à Nicarágua, sempre a mesma marcha fúnebre de opressão, miséria e censura.
No Brasil, a coisa assume contornos ainda mais grotescos. Aqui, a esquerda não só cultiva a incompetência e a corrupção como virtudes revolucionárias, como também mistura essa alquimia fétida com um populismo vulgar, embrulhado em promessas irreais, regado a mortadela e gritado em palanques onde a ignorância posa de consciência política. Transformaram o país em um laboratório do fracasso, onde o trabalhador honesto paga o preço da roubalheira, enquanto a elite vermelha se regala com apartamentos de luxo e contas recheadas em paraísos fiscais.
Não é coincidência que o esquerdista típico sinta desprezo por tudo o que é nobre e elevado: o mérito, a disciplina, a tradição, a religião, a cultura clássica, a ordem. Ele odeia a beleza porque não a compreende, odeia a virtude porque não a alcança, odeia a liberdade porque não sabe lidar com ela. Seu projeto é nivelar por baixo – transformar todos em iguais, não no patamar da grandeza, mas no abismo da mediocridade.
A esquerdalha é satânica em sua essência porque inverte a ordem natural das coisas. Chama o bem de mal, e o mal de bem. Aplaude criminosos, hostiliza policiais. Enaltece ditadores, vilipendia heróis. Presta culto à morte em nome da “libertação” e à escravidão em nome da “justiça social”. É uma religião às avessas, cujo altar é erguido sobre ossadas e cujo evangelho é escrito com sangue.
Por isso, não se trata apenas de discordância política. Trata-se de resistência moral, cultural e espiritual contra uma praga que ameaça a própria continuidade da civilização. O esquerdismo é a ideologia do nada, da destruição, do caos. É a fábrica de miseráveis, a indústria da ignorância, a engenharia do servilismo.
Cabe aos que ainda conservam a lucidez denunciar, combater e extirpar esse mal. Pois, como toda doença, a esquerdalha prospera no silêncio, no descuido e na indiferença. É preciso enfrentá-la com argumentos, com coragem e, sobretudo, com a clareza de que não há conciliação possível entre o vírus e o organismo saudável.
O que está em jogo não é um debate de ideias, mas a luta entre civilização e barbárie, entre luz e trevas, entre liberdade e escravidão. E enquanto houver uma fagulha de dignidade acesa, a esquerdalha deve ser apontada, denunciada e repelida – como se repele uma praga, como se combate um veneno. Porque o futuro do Brasil e do mundo depende da coragem de não se curvar diante desse engodo pútrido que ousa se chamar de “ideologia política”.