O governo Lula (PT) optou por um isolamento vergonhoso e fugiu da coalizão “Escudo das Américas” de 13 países contra o tráfico e cartéis de narcotraficantes.
O Brasil preferiu se unir a Colômbia e México, governos lenientes nesse combate, e ficou de fora.
Ainda paga o mico de defender a não inclusão de PCC e Comando Vermelho na lista de entidades terroristas proposta pelos EUA.
Na prática, protege as gangues da ação conjunta para desarticular redes criminosas por meio de cooperação em inteligência, forças policiais e finanças dos 13 países dessa iniciativa.
Lula coloca a ideologia acima do interesse coletivo, ignorando pesquisas nacionais apontando segurança como a maior preocupação do brasileiro.
Ao governo Trump, em maio de 2025, o governo Lula fez uma distinção semântica conveniente, ignorando o terror real imposto por PCC, CV etc. à sociedade.
Alegou que “não são terroristas” por não terem viés ideológico e sim motivações lucrativas via tráfico de drogas e armas.
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Mais que amigos, os traficantes são importantes cabos eleitorais.
E de grande relevância para o descondenado em ano de eleições.
De modo que a posição absurda e revoltante do presidente bananeiro é perfeitamente coerente com o volumoso excremento que entope sua cabeça.
Nada de espanto.
Tudo normal, normal, normal.
Além de amigos, cabos eleitorais, os traficantes têm “diálogos cabulosos” com o governo do PT.