
Tempo manso é o sertão
que não canso de louvar.
Ao vê-lo
já me lanço em mansidão,
na imensidão do ar …
Tempo pleno,
de um passado,
de um presente.
E não há Deus que o reinvente,
de tão sereno, de tão singelo,
de tão sofrido,
mas de tão belo.
Assim o sinto,
nada além do que desejo:
um sertão verde e chovido,
um jardim tão bem florido
e com um defeito só:
ser distante de um mar …
* * *
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E a previsão de Conselheiro?, amigo Xico. O Sertão não iria virar mar? Como é que fica? Mais um belo texto, parabéns.
Falha de comunicação da época do Conselheiro, Padre José Paulo: ele quis fizer O SERTÃO VAI VIR AMAR. E veio.