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Dá pra ouvir a respiração do fotógrafo, daqui.
Verdade, pariceiro, Ângelo.
“A la pucha, tchê!!!” – como se diz por aqui – tu és um baita artista, pois consegues transferir para uma simples foto toda a magia e beleza que habita no focalizado.
E, como já te disse uma vez, quando olho as tuas fotos da tua Tauapiranga (“Barro vermelho”, no tupi antigo), instantaneamente, elas me transportam no tempo, e eu volto para o Alegrete da minha infância e adolescência, que como aí, era um oásis de pura paz e de simples beleza.
Então, me engasgo de tantas emoções e saudades que em um turbilhão evocativo invadem o meu inquieto pensamento, por um bom tempo, até que “acordo” e, infelizmente, me dou conta que tudo foi um sonhar de um tempo e de tudo que lá existiu – mas que não volta nunca mais.
Por isso, Dom Severino, muitíssimo obrigado pelas tuas fotos que por algum tempo preenchem – de tudo de bom e de bem – os meus vazios existenciais, ineqüivocamente, gerados por essas traiçoeiras inquietudes dessa tal de vida moderna.
E que DEUS e MARIA SANTÍSSIMA – sempre – abençoem e protejam a ti e aos que tu queres bem.
Um baita abração,
Desde o Alegrete – RS,
Adail.
Eita coisa boa, pariceiro…. emocionante…