Depois de Lula, que precisou de atendimento médico após crise de labirintite, foi a vez de Geraldo Alckmin baixar no hospital com forte dor de barriga.
Isso no dia em que o presidente do seu partido revelou que Dilma mandou espionar Eduardo Campos, morto em desastre aéreo.
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Onde se lê “dor de barriga”, leia-se caganeira.
Esse é termo correto.
Devem estar aperreados com a possibilidade de vir coisas por aí…
E o larápio abandona Alexandre de Moraes.
Disse que as respostas do governo no caso das sanções serem aplicadas será apenas políticas e seguirão os protocolos.
A caganeira vai se espalhar.