O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, não perde a chance de reiterar suas concepções atrasadas.
Agora fala em aumentar impostos sobre o faturamento das empresas em troca da desoneração da folha de pagamento daquelas que mais geram empregos.
Atrasado, ele não diferencia faturamento de lucro. O ministro nem sequer desconfia que as empresas de varejo, por exemplo, estão entre as que mais faturam, empregam muito, mas, com margens reduzidas, sucumbem. Fecham.
A pelegada que voltou ao poder ama empregos, pelo faturamento que presentam para sindicatos, mas odeiam os empregadores.
Ele também ignora o risco da saída do Uber do País: “Problema deles”.
Não sabe que o problema é de 1,5 milhão de motoristas de aplicativo.
Parece desolador para um País em desenvolvimento um Ministro do Trabalho de concepções anacrônicas, com a cabeça na era pré-internet.
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O correto nessa nota aí de cima seria “com a cabeça na era pré-histórica”.
Esse descerebrado é um dinossauro de grande porte.
Bom, o fato é que temos mais uma anta ministeriosa lulo-petrálhica.
Pelo nível de babaquice e de jumentalidade isquerdóide, esse tabacudo está no governo certo.
O Ladrão Descondenado não poderia ter escolhido uma cavalgadura melhor que esta para o Ministério do Trabalho.
Marinho relincha com muito talento.

Isso é o que se pode chamar de PP: Parelha da Porra!!!
O Uber está com os dias contados.
Não são “apenas” 1,5 mi de motoristas que perderão oportunidade de renda. São milhões de usuários (classe média / média baixa) que tinham uma opção de transporte mais barato que taxi, que atendem em pouco tempo (questão de minutos) e seguro.
A próxima jogada do PT vai ser taxar o PIX.
Ah, quem falasse na campanha eleitoral que isso ia acontecer no caso de vitória do Larápio era taxado de fake news.
Esse bando de filhos de uma puta querem mesmo é quebrar o Brasil.
Malditos sejam!