DEU NO JORNAL

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, não perde a chance de reiterar suas concepções atrasadas.

Agora fala em aumentar impostos sobre o faturamento das empresas em troca da desoneração da folha de pagamento daquelas que mais geram empregos.

Atrasado, ele não diferencia faturamento de lucro. O ministro nem sequer desconfia que as empresas de varejo, por exemplo, estão entre as que mais faturam, empregam muito, mas, com margens reduzidas, sucumbem. Fecham.

A pelegada que voltou ao poder ama empregos, pelo faturamento que presentam para sindicatos, mas odeiam os empregadores.

Ele também ignora o risco da saída do Uber do País: “Problema deles”.

Não sabe que o problema é de 1,5 milhão de motoristas de aplicativo.

Parece desolador para um País em desenvolvimento um Ministro do Trabalho de concepções anacrônicas, com a cabeça na era pré-internet.

* * *

O correto nessa nota aí de cima seria “com a cabeça na era pré-histórica”.

Esse descerebrado é um dinossauro de grande porte.

Bom, o fato é que temos mais uma anta ministeriosa lulo-petrálhica.

Pelo nível de babaquice e de jumentalidade isquerdóide, esse tabacudo está no governo certo.

O Ladrão Descondenado não poderia ter escolhido uma cavalgadura melhor que esta para o Ministério do Trabalho.

Marinho relincha com muito talento.

Lula confirma Marinho no Trabalho, e convida presidente da Fiesp para Indústria e Comércio

Isso é o que se pode chamar de PP: Parelha da Porra!!!

2 pensou em “TÁ NO GOVERNO CERTO

  1. O Uber está com os dias contados.

    Não são “apenas” 1,5 mi de motoristas que perderão oportunidade de renda. São milhões de usuários (classe média / média baixa) que tinham uma opção de transporte mais barato que taxi, que atendem em pouco tempo (questão de minutos) e seguro.

    A próxima jogada do PT vai ser taxar o PIX.

    Ah, quem falasse na campanha eleitoral que isso ia acontecer no caso de vitória do Larápio era taxado de fake news.

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