AS BEM-AVENTURANÇAS
Elas podem ser encontradas no Sermão da Montanha em Mateus 5:3-12.
Por aqui podíamos encontrar, as sextas-feiras LAS BIENAVENTURANZAS. O espaço tão magistralmente ocupado por SANCHO PANZA se encontra vazio.
São as escolhas de cada um. Aceitar ou não são outros quinhentos. Confesso que, ainda, não entendo e não aceito tal decisão.
Toda aquela mistura “palavrística” vai continuar fazendo falta. E MUITA falta.
Tropeços acontecem. Euzinha não esperava um tropeço tão grande a ponto de gerar um belo tombo. Múltiplas escoriações e “mi corazón se rompió”.
Espero que, mais rápido do que imaginamos, o cronista possa retomar sua coluna. Estou certa que muitos fubânicos pensam o mesmo (que se manifestem nos comentários).
Até lá…
Amor que fica é amor…
Maldade…é só o que tenho a dizer sobre esta insinuação do carlos.
Sancho era o meu grande companheiro na época dos embates com o Goiano e de outras figuras folclóricas aqui do JBF, como o John Doe.
Que ele tenha bons caminhos.
Maldade…é só o que tenho a dizer sobre esta insinuação do carlos.
Sancho era o meu grande companheiro na época dos embates com o Goiano e de outras figuras folclóricas aqui do JBF, como o John Doe.
Que ele tenha bons caminhos.
Quando falarmos sobre Sancho o verbo jamais deverá estar no passado. Sancho “é”.
Cara Schirley, eu me referi a uma época passada que não volta mais quanto tínhamos uma tabela quase perfeita ante a debatedores que pensavam diferente de nós.
Infelizmente você não participou destes momentos intensos. Colunas do Goiano chegavam a ter quase 100 comentários. O pau comia (no bom sentido).
Daí o verbo estar no passado.
Quando desejei a eles bons caminhos, aí sim o verbo foi no presente.
Óbvio que quero que ele volte, especialmente que volte a comentar, o que eu acho de fundamental importância, mas a vida segue seu rumo.