O decreto que regula a exploração de cavidades não libera a “destruição das cavernas”, como pregam os opositores do presidente Jair Bolsonaro.
A exploração será condicionada ao interesse público e ao cumprimento dos requisitos previstos na legislação ambiental, uma das mais rigorosas do mundo.
Ao contrário da imaginação indigente da lacrolândia, o decreto 10.935 ainda exige que o interessado garanta a preservação de outra caverna com características ambientais similares.
O decreto mantém o teor do decreto 99.555/90 e destrava barreiras para obras estratégicas como a BR-135, que liga Bahia a Minas Gerais.
O Brasil continuará com a legislação mais protetiva do mundo, que em nada é alterada pelo decreto assinado por Bolsonaro no último dia 12.
Críticos do decreto ignoram o potencial de gerar 138 mil empregos diretos e indiretos e um incremento de R$2 trilhões no PIB brasileiro.
Essas obras estratégicas, indispensáveis ao bem-estar da população, embute a expectativa de arrecadação de R$154 bilhões em impostos.
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Até nas cavernas deste país tem rolo.
Vôte!
A oposição não dá tréguas.
O fato é que fiquei surpreso com essa história de “exploração de cavidades“.
Tomei até um susto quando li a primeira linha dessa notícia aí de cima.
Encostei logo a bunda na parede!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKQuem tem caverna, que se cuide. O decreto exploratório cavernistico é pra lá de cavernoso. Como está aí no artigo, tem um rolo. E rolo em caverna, o negócio é cabuloso, visse? Tampa tudo, num passa nem um arzinho pelos lados. Vôte!
Pode esperar: já já a urubuzada anula o decreto e dá 48 horas para o presidente explicar esta história de exploração de cavidades…
É isso aí, se tem uma estrada importante para fazer e ao transpor uma montanha, encontra-se um buraco de tatú, para-se tudo e era uma vez uma estrada.
Regulação da exploração de cavidades proporciona à oposição mais um palanque, mas a regulação da Internet que eles querem é para garantir o pensamento dos brasileiros. Hipocrisia pouca é bobagem!