DEU NO JORNAL

A campanha eleitoral de 2022 entra para a História como aquela disputa em que, como no futebol, juiz apareceu mais que os craques em campo.

E da pior maneira, marcando pênaltis inexistentes, ignorando outros claríssimos, expulsando jogadores, silenciando torcedores e até mudando regras com o jogo em andamento. Como acabar a tradicional “lei do impedimento” quando a final da Copa já estivesse sendo jogada.

A predominância do noticiário sobre decisões judiciais demonstra como nunca se viu, na História, um TSE tão incansável de manchetes.

Os partidos perceberam que o TSE estava pintado para a guerra e por isso investiram mais em advogados em 2022 do que nunca.

A proibição das imagens de multidões no 7 de Setembro e de chamar ladrão de ladrão, por exemplo, foi mais útil ao PT que sua campanha.

Não por acaso, os advogados consumiram R$ 185 milhões do Fundão Eleitoral para obter decisões judiciais tão inacreditáveis quanto decisivas.

* * *

Chega fiquei nauseado quando li essa notícia aí de cima.

Me deu uma ânsia de vômito da porra e tive que sair correndo em busca do meu pinico.

Tomei às pressas um copo d’água com açúcar pra me acalmar.

Se eu não estivesse em abstinência compulsória, ao invés de água com açúcar eu iria tomar mesmo era um porre com essa cerveja que está a seguir.

Um porre em homenagem a essa corja de tabacudos de toga que compõem o PTSE:

Um comentário em “REVOLTANTE, CHOCANTE, NAUSEANTE

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