FERNANDO ANTÔNIO GONÇALVES - SEM OXENTES NEM MAIS OU MENOS

Iniciados os festejos natalinos, quando inúmeros almejam apenas a obtenção de uma maior lucratividade nos seus negócios, urge reservar alguns bons instantes para a leitura de algumas reflexões escritas por gente pensante, humanista, sempre voltada para amanhãs mais fraternais para todas as regiões do planeta.

Sem identificar os autores, exponho, abaixo, as reflexões que considerei mais significativas para os quatro cantos de um Brasil que necessita de mais ajudas solidárias, sob pena de uma involução geral e definitiva. Ei-las, encarecendo binoculizações novas de todos para os próximos doze meses:

1. As mais recentes pesquisas sociais brasileiras revelam os sinais evidentes dos impactos políticos causados da transição que se efetiva de um país majoritariamente católico para um país evangélico, o setor pentecostal sendo o que mais cresce. Múltiplas hipóteses estão sendo testadas e comprovadas através de relatórios técnicos idôneos.

2. Será que os cristãos atuais, inclusive os convictos, conhecem verdadeiramente os propósitos de Jesus, antes d’Ele se tornar divinizado, posto que Ele não tinha qualquer propósito de fundar uma nova religião?

3. Por que o universal bom-senso está sendo amplamente subjugado por interesses imediatos múltiplos, sociais, militares, políticos e religiosos? Educação sem éticos propósitos?

4. Por que será que o Cristianismo menosprezou tanto, em todos os períodos históricos da atual era, o papel da mulher nas atividades sociais e religiosas, mal percebendo os méritos exercidos exercida por Maria de Magdala e por Maria, a mãe do Nazareno, entre muitas outras, do cristianismo primitivo até os atuais momentos históricos?

5. Será que o incremento dos atuais índices de feminicídios no mundo se deve a uma valorização crescente da intuição feminina nos mais diversos campos de atividade, desfavorecendo a então quase absoluta predominância do machismo, tornando-o complexado?

6. Como diferenciar bem uma religiosidade solidária e sincera de um pieguismo muitas vezes revestido de muita hipocrisia?

6. A estupidificação mental provocada pelo obsessivo manejo de celulares não estaria a merecer mais estudos psicanalíticos dos especialistas da área médica?

7. Por que os países desenvolvidos do mundo ainda não perceberam que crises econômicas, pobreza e fome provocam múltiplas insatisfações políticas, desestabilizando a ordem social e favorecendo a emersão de regimes nada democráticos, muito mais injustos?

8. Por que razão inúmeros seres fingidamente humanos, de todos os gêneros, só entendem felicidade da cintura para baixo, sem perceberem que a felicidade se encontra alicerçada no trinômio convivialidade familiar x fraternidade comunitária x acreditação existencial libertária?

9. Muita gente ainda não distingue a efetividade de 4Ss: Sinceridade, Solidariedade, Sabedoria e Sustentabilidade. E que, não sendo efetivados, dá um caldo fétido de consequências terrificantes.

10. Sejamos todos mais abraceiros, bomdieiros e sorridenteiros. Delicadeza viraliza, má educação provoca intoxicação. Boçalidade é sinal de imaturidade. Grossura é prova de muita incultura.

No mais, um Natal Porreta para todos, gregos e troianos, brasileiros sempre, nordestinos ouro de lei, democráticos acima de tudo e abaixo da Luz Infinita! Até 2025, sob as Graças da Criança Amada!

NB. Compartilhamento permitido, sem qualquer ônus, nem autorização prévia. Estamos entrando de FD – Férias Descansativas. Um Natal arretado de ótimo para todos e um 2025 repleto de bênçãos de uma Criança Revolucionária que muito adoramos. Voltaremos no dia 5 de janeiro, sob as Graças do Altíssimo.

Um comentário em “REFLEXÕES PARA UM 2025 MAIS HUMANO

  1. Como não há referências nas reflexões do colunista, as tomarei como sendo dele, que as publicou sem ressalvas;

    Vou citar apenas uma;

    “2. Será que os cristãos atuais, inclusive os convictos, conhecem verdadeiramente os propósitos de Jesus, antes d’Ele se tornar divinizado, posto que Ele não tinha qualquer propósito de fundar uma nova religião?”

    Pois eu vou citar apenas uma passagem do evangelho de Mateus 16:18-19;

    “18 Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;
    19 E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.”

    Aqui não só Cristo funda sua Igreja, que seria a Católica Apostólica Romana, indicou Pedro como seu primeiro Papa e se assumiu como Deus (parte da trindade) ao entregar as chaves do reino dos Céus ao seu apóstolo líder.

    “Criança revolucionária”? João 18:36 “Meu reino não é deste mundo”.

    A mudança que Cristo nos proporcionou vai muito além das revoluções mundanas.

    Um feliz Natal ao nosso Colunista Fernando, que ele compreenda que Jesus é o filho de Deus que veio à Terra, morreu e ressuscitou para nos Salvar do pecado.

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