DEU NO JORNAL

Lula (PT) levou quase oito meses para aplicar um tardio “princípio da reciprocidade”, cancelando o visto de um assessor do governo dos EUA que monitora fatos do Brasil que possam interessar ao seu país. Ficou claro que o petista apenas tenta criar fato político que faça parar sua curva declinante e a curva ascendente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas pesquisas.

Lula anunciou o cancelamento do visto do americano no palanque eleitoral em que transformou inauguração de ala hospitalar.

Além de demorar a reagir ao cancelamento do visto do seu ministro da Saúde, Lula ainda equiparou o auxiliar ao sub do sub de Donald Trump.

Em discurso com fala agitada, disse que o assessor de Trump teria o visto de volta quando Alexandre Padilha recuperasse o seu.

A valentia de Lula faria sentido se o visto cancelado fosse do secretário da Saúde de Trump, Robert Kennedy Jr, não de assessor de 5º escalão.

A bravata de Lula nasceu do botão de pânico acionado no governo. À falta de ideia melhor, mandaram Lula insistir na lorota da “soberania”.

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As expressões “curva declinante” e “curva ascendente”, se referindo às situaçãos de Lula e de Flávio Bolsonaro, e que estão no primeiro parágrafo dessa nota aí de cima, são um resumo perfeito do quadro eleitoral atual.

Excelente motivo para deixar satisfeita a banda decente deste avacalhado país.

Já a criatividade da expressão “botão de pânico”, no último parágrafo, é um bom motivo para alegrar este início do nosso final de semana.

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