DEU NO JORNAL

9 pensou em “QUE ESTRANHO… DEU NO ESTADÃO

  1. Tem a física quântica, onde basicamente uma matéria pode estar em 2 lugares ao mesmo tempo.

    O antigo Estadão e o Metrópoles inauguraram a política quântica, onde um político, no caso Jair Bolsonaro, pode estar em Dubai e MG ao mesmo tempo.

    Depois quando se chama o Messias de MITO, tem gente que acha exagero. A imprensa contribui muito para isso.

  2. Pelo que li em comentários de leitores do Estadão , o jornal trocou o editor chefe , e este assinante reclamava da parcialidade e da falta de divulgação de pesquisas eleitorais pelo jornal .

  3. Acho que já mandaram o novo editor chefe embora

    A República resiste
    Notas&Informações
    4-6 minutos

    Notas&Informações, O Estado de S.Paulo

    15 de novembro de 2021 | 03h00

    Nos últimos anos, têm sido frequentes as violações ao princípio da igualdade de todos perante a lei. Também se verifica a deterioração do chamado regime de leis, com tentativas de exercício do poder estatal além dos limites institucionais, isto é, além dos limites republicanos.

    Seria ingênua a pretensão de que não haja ameaças contra o regime republicano. O poder sempre tende a se expandir. A atuação humana produz invariavelmente algum nível de atrito com o princípio da igualdade. Por isso mesmo, a República e seus princípios estruturantes são tão importantes. Não são ornamentos, mas uma necessidade.

    De toda forma, nos últimos anos, observam-se dois fenômenos especialmente preocupantes contra a República. O primeiro refere-se ao governo federal. Desde que chegou ao Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro afronta o regime republicano. Não tolera a liberdade de imprensa. Não consente que as instituições funcionem de maneira independente, dentro de suas respectivas atribuições. Não admite plena vigência ao princípio da separação dos Poderes.

    Não é mera questão de estilo pessoal. Por exemplo, causa dano à República que o presidente da República trate toda decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contrária a seus interesses como uma afronta à sua pessoa ou uma violação das prerrogativas do Executivo. Agindo assim, Jair Bolsonaro transforma a atuação do Judiciário, institucional e dentro das regras do jogo, em suposto abuso da vontade popular e da Constituição, gerando enorme confusão. Poucas vezes na história do País viu-se uma decisão do STF pacífica e perfeitamente aderente ao texto constitucional – como a que reconheceu a competência compartilhada dos três níveis federativos a respeito da saúde pública – ser tão insistentemente distorcida pelo Executivo federal.

    Entre os muitos efeitos perniciosos, esse modo de proceder de Jair Bolsonaro parece autorizar outras autoridades à mesma atitude antirrepublicana. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que o diga. Sua recente defesa das emendas de relator partia da ideia de autonomia absoluta do Legislativo, inteiramente estranha ao que prevê a Constituição. E não foi caso isolado. Tem sido comum a rejeição dos limites do exercício do poder.

    Vinculado ao anterior, o segundo fenômeno de ataque à República é mais amplo e duradouro. Não terminará com a saída de Jair Bolsonaro do Palácio do Planalto. Trata-se da difusão de desinformação sobre conceitos fundamentais da República, distorcendo a percepção da população sobre direitos e deveres.

    Caso paradigmático dessa manipulação se refere ao conceito de liberdade. A República é um regime de liberdade, com abrangente respeito pelos direitos e garantias de cada indivíduo. Não importa apenas a colegialidade. Cada pessoa possui uma dignidade fundamental, a merecer respeito do Estado e de todos os outros indivíduos.

    No entanto, é cada vez mais frequente verificar uma suposta defesa da liberdade em termos inteiramente antirrepublicanos. Pelo discurso de alguns, tantas vezes invocado pelo bolsonarismo, a liberdade de expressão constituiria uma autorização para a impunidade. Cada um poderia dizer o que bem entendesse – cada um poderia agredir, ameaçar e destruir com suas palavras o que bem entendesse – e o poder público nada poderia fazer. Ora, a liberdade republicana é uma liberdade real, não utópica, devidamente protegida pelo regime de leis. Ausência absoluta de limites não é liberdade, mas anarquia e prevalência do mais forte.

    A situação atual tem tons dramáticos, não há dúvida. Mas se observam também vetores positivos. Perante o bolsonarismo e a desinformação, as instituições republicanas têm reagido. Com limitações, de forma imperfeita e muitas vezes atrasada, a resistência é nítida. E isso é precisamente a República. Não é o regime da perfeição, mas oferece os remédios e ajustes para que, apesar dos pesares, se possa avançar em liberdade e em igualdade. Sem utopias, a República traz a nota da insatisfação. Os direitos são para todos.

    • Caro Airton, eu já disse uma vez e repito; se eu quisesse ver editorial do antigo jornal que se chamava Estadão eu comprava um raro exemplar (se achasse algum lugar que ainda o vende), ou ia no site do periódico.

      Quer colocar sua opinião, coloque, aqui é o lugar certo para isso. Se acha importante a opinião do Estadão, coloque o link ou cite trechos. É mais compreensível.

      Ah, agora que eu vi em outros canais de mídia mais coerentes que o Zema, governador de MG também estava em Dubai. Isso não fica claro nos casos citados acima.

      • Primeiro vc não é obrigado a ler bosta nenhuma do que posto .
        Segundo , vc deve se decidir o que gostaria que eu postasse , links ou texto , já que no seu comentário sobre Moro e se ele foi empurrado pra dentro do governo ou não , vc faz uma critica ( vc que gosta de tanto de links procure…. )
        Pare de achar que o JBF só o que vc comenta é o correto.

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