“A mulher de César não basta ser honesta, ela tem que parecer honesta.”
A expressão acima, entre aspas, surgiu após Júlio César se divorciar de Pompeia, sua segunda esposa.
O motivo do divórcio, que ocorreu em 62 a.C., foi o seguinte: o político Públio Clódio Pulcro se infiltrou disfarçado de mulher na festa de Bona Dea (Boa Deusa), realizada na casa de César.
Pompeia e sua mãe Aurélia eram as anfitriãs. Nessa festa os homens não podiam entrar.
Há uma versão que defende a atitude de Clódio como uma tentativa de conquistar a mulher de César, e mesmo que nada tenha acontecido entre ele e Pompeia, ainda assim o divórcio foi motivado pelo escândalo que se seguiu à descoberta.
A imagem acima foi copiada da Internet, e segundo o que lá estava escrito, é um fragmento do filme de 1953, “Julius Caesar” (Júlio César).
Já o filme é uma adaptação da peça de William Shakespeare.
Os atores em primeiro plano são George Coulouris como Marcus Brutus (esquerda), Marlon Brando como Marco Antonio (centro) e Deborah Kerr como Pompeia (direita).
Bom. Eu vou repetir aqui a frase. Pensemos nela como algo dos dias atuais.
“A mulher de César não basta ser honesta, ela tem que parecer honesta.”
Entendedores entenderão.
