COMENTÁRIO DO LEITOR

Comentário sobre a postagem A FOTO É O DE MENOS

Roque Nunes:

BRICS é união de países falidos, miseráveis e ditaduras sanguinárias.

Seu sonho é desbancar o dólar como moeda de troca.

Não vai dar certo.

Já escrevi aqui no JBF que o dólar é o que é, não pelo fato de ser moeda americana, mas sim pelo fato de ter credibilidade e boa-fé em qualquer lugar do planeta.

A China, apesar de ter um PIB de dar inveja a qualquer país cucaracha, é um tigre de papel, se for analisado o PIB per capita, que é o indicador de riqueza.

Aí, ela é sofrível.

Pindorama…. pode esquecer.

Nossos políticos trabalham incansavelmente pelo progresso de nosso atraso.

As ditaduras árabes tem petrodólares, é verdade, mas esse dinheiro pertence aos donos do país, como a família dona da Arábia.

Não é à toa que ela é saudita, ou seja, pertence à família Al-Saud.

Precisa dizer mais alguma coisa…..

Se até a Etiópia está nesse ajuntamento de países mortos de fome, nada mais precisa ser dito.

5 pensou em “PINDORAMA PODE ESQUECER

  1. Roque, desenha agora, pois eu tenho certeza que um monte de ceguinhos renitentes, não se aperceberam disso.
    Mais sensato do que isso, sinceramente, eu nunca vi “pela aí”, como dizia, Stanislaw Ponte Preta.

  2. Caro colunista, Roque.

    Suas lapadas de hoje, sensacionais.

    Comentário que talvez possa vir a acrescentar às suas futuras crônicas: sua referência ao dólar.

    Devo lhe dizer que a partir de 1956 trabalhei por muitos anos no setor de Câmbio do Banco do Brasil e arquivava a documentação relativa às correspondências com outros países.

    Ali selecionei muitos papéis com as citações abaixo:
    Dólar Norte-americano
    Dólar tcheco
    Dólar norueguês
    Dólar até do cacete…

    Mas, com o decorrer dos anos, os nomes e símbolos das moedas foram sendo alteradas e agora só pesquisando direitinho para saber que denominação tomaram e se ainda são denominadas dólares.

    Quanto à sua nota sobre a moeda dos Estados Unidos:

    “Já escrevi aqui no J B S que o dólar é o que é, não pelo fato de ser moeda americana, mas sim pelo fato de ter credibilidade e boa-fé em qualquer lugar do planeta.

    Você foi justo, oportuno e me deu gosto ver sua escrita.

    Mas eu, como ex-funcionário do The First National City Bank of New York, me sinto orgulhoso pela referência à moeda, que em nossa tradução e complemento, deveria ser citada como Dólar Norte-americano.

    No resto, apresento meu entusiasmo pelos escritos do grande colega colunista, que sempre está atento ao giro do mundo.

    Um abraço atencioso do

    Carlos Eduardo (Crônicas Cheias de Graça, aos sábados).

  3. DEU NA INTERNET :
    plagiando :
    “””
    Organização criminosa
    Perante o mundo, o Brics foi reduzido a convescote do que há de pior no mundo: ditadores rastaqueras, governantes ladrões, financiadores dos terroristas do Hamas e Hezbollah e até grupos terroristas, como o talibã.

    Cláusula autofágica
    Para fazer História, no Brics, l… (pêtê) poderia ter defendido … em seu discurso uma “cláusula de exclusão” de países governados por ladrões e por ditadores. Problema é que o grupo seria extinto.
    “””
    V E R D A D E !
    … países governados por ladrões e por ditadores
    … o ”’grupo”’ seria EXTINTO !!!

  4. O demiurgo de caetés faz tudo para ser líder de alguma coisa; mas não consegue liderar nem este ajuntamento de ditadores e ladrões chamado BRICs. Na verdade não manda nem em casa onde não pode cortar a unha do pé da esbanjanja sem tomar um chute no queixo, cair para trás e…..
    Deixa pra lá.

  5. Os acordos de Bretton Woods foram propostas definidas entre Estados Unidos, Canadá, países da Europa Ocidental e Austrália, entre outros 44 países, realizada entre 1 e 22 de julho de 1944, que elaborou regras para o sistema monetário internacional.[1] O sistema concebido nas negociações recebeu o mesmo nome da localidade em que o evento foi realizado, em Bretton Woods, no estado norte-americano de New Hampshire. A conferência criou o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial.

    O rompimento destes acordos implica numa declaração de rompimento com os EUA e os países que ainda adotam esta metodologia de negociações; o que levará a retaliações dos EUA.

    Daí o conveniente tombo do banheiro do Cachaça.

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