Dia 1º de novembro.
Estamos chegando ao final de 2022.
Mês que vem já é dezembro e começa o furdunço desse período muito especial.
A Editoria desta gazeta escrota convoca todos os leitores fubânicos para que iniciem este penúltimo mês do ano participando da nova enquete.
O Data Besta está nas ruas e quer saber a sua opinião.
É só ir aí do lado direito do JBF e dar o seu voto.
Agradeço antecipadamente a participação de todos vocês.
Uma excelente terça-feira para a nossa querida patota!

Já dei o meu pitaco. E fiquei surpreso, pois dois energúmenos votaram não. Impressionante a cegueira desses cretinos.
certamente o marcola e o fernandinho beira-mar
As urnas são apenas um detalhe. O problema é o processo eleitoral como um todo. Como dizia o outro “não importa em quem o cara vota, o que me importa é o cara que conta os votos”.
Concordo, Silva!
O terror das urnas são aquelas salas frias do TSE, comandada pelo próprio TSE, sob as ordens de XANDÃO!
Votar pra que ?
Esses santinhos já tem o resultado escrito, antes da votação.
É só ajustar o número de votos com o numero de eleitores votantes.
Qualquer garoto do curso primário tem talento bastante para
ser juiz do TSE.
Não tem jeito não.
Se o prêmio Nobel fosse escolhido aqui no Brasilbunda, o inventor
das mágicas urnas eletrônicas seria santificado como salvador da pátria
e herói nacional.
Assim como temos o nosso patriota Tiradentes, teríamos também
um outro grande herói o Tira hemorroidas.
Como dizem os meus colegas acima, Silva e Ciço, não importa em quem o Cara vota, o que importa é QUEM CONTA OS VOTOS
naquelas salas frias e suspeitas do TSE.
Berto, votar ou não, não consiste no problema. Tomara que os “mininos” roubem todos os celulares de todos que não conseguem tirar a bunda gorda do sofá e acham que tudo é resolvido pela Internet. Minha vingança “sará maligrina”! O que falta é ação. O brasileiro não tem saco para esperar tanto por algum tipo de ação de quem deve agir, nem cultura da paciência para esperar prazos e mais prazos. Não vou votar na “pesquisa” porque tô puto e indignado com tanta “moleza nossa”!