Nesses últimos dias que antecedem às eleições, a máquina do desgoverno e sua imprensa de propaganda eleitoral entram no modo desespero.
O objetivo é destruir o candidato da direita.
Estão vasculhando as lixeiras, resultados de exames, contas, ligações, cardápio, fotos antigas.
Se não conseguirem prendê-lo, vão pelo menos publicar alguma coisa escabrosa, para se desculparem pelo engano, depois das eleições. Tipo:
– Flávio vai proibir os católicos de rezarem para Nossa Senhora.
– Flávio vai entregar a Amazônia aos EUA.
Por enquanto ele está dono do Banco Master.

Falando em avião (não, não estou falando de euzinha, que quando jovencita era um “tremendo avião”), quero dizer que o Urubu levantou voo e cagou na cabeça do desgovernate atual no caso das bets (farinha pouca meu pirão primeiro).
¯\_(ツ)_/¯ Fazer o que né ? Sem querer dizer, dizendo… Flamengo escancara péssima decisão do governo.
Pela primeira vez em meus 82 anos vejo o Flamengo se posicionar corretamente. Por óbvio movido por seus interesses financeiros. Euzinha gosto de bingo, faço uma fezinha no jogo do bicho (raramente, só quando visito parantes em Hell of the January) e detesto as bets, mas concordo com o time, que um dia teve Zico vestindo a 10 do Manto Sagrado Rubro-Negro. Diz o rubro-negro carioca: “O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu”. Traduzindo (euzinha que sou péssima em traduções: “Vocês do governo fizeram merda e vão prejudicar os trabalhadores”).
Diz ainda o Urubu: “Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório”, escreveu o clube mostrando a esculhambação dos engravatados de Brasília (gravata vermelha é horrível e brega).
O time da Gávea foi duro e bateu doído no janjo: “Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la”.
E o Fla diz que proibição das bets que atuam legalmente teria impactos não apenas sobre o futebol profissional, mas também sobre categorias de base, futebol feminino, esportes olímpicos e campeonatos de diferentes modalidades.
E foi mais além nas chicotadas e chamou o governo de jumento, pois perde arrecadação:”Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade”.
E espinafra: “O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço”.
Faltou lembrar que a Lei seca lá na gringolândia, proibia a cachaça e derivados, mas o comércio clandestino arrecadou zilhões de dólares. E aqui em terras brasucas o simpático jogo do bicho, proibido desde o tempo que Don-don jogava no Andaraí, continua espalhado pelos rincões onde o povão sempre faz a “fezinha diária”.
Loterias da Caixa também viciam o povão e o governo é o gestor. Hipocrisia tem nome?
Hoje Matilde está apostadora e vai fazer uma fezinha no viado. Dez contos no 24. kkkkk
Ah, pode me por na foto de mão levantada junto do velhote de saias, pois euzinha também nunca coloquei os meus lindos pezinhos no avião do honesto empresário Mócaru.