PEDRO MALTA – RIO DE JANEIRO-RJ

Berto,

A gripe espanhola chegou ao Brasil no segundo semestre de 1918, fazendo um senhor estrago.

Passado mais de um século surge, agora, o coronavírus ameaçando fazer um estrago possivelmente maior.

Abaixo, cópia de um panfleto que orientava a população para o enfrentamento daquela enfermidade.

Você consegue ver alguma coisa diferente de hoje?

R. Meu caro colunista, o que eu vi de diferente foi a ortografia.

Como se escrevia bonito naquele tempo!!!

Agglomerações” com duas letras “g”

Inspectoria de Hygiene: Inspectoria com “c” e Hygiene com ipicilone.

E ainda chamavam gente feito nós de “pessoas edosas“!!!

4 pensou em “PEDRO MALTA – RIO DE JANEIRO-RJ

  1. vELHO INIMIGO NOVO…Creo que todos estamos a vivir uno de esos periodos espantosos de que está llena nuestra Edad Media, en la que todos los demonios parecían haberse precipitado en las cabezas de todos para perjudicarnos, malherirnos y matarnos.

    Enquanto você, inocente e utilíssimo trouxa pagador de mpostos, “folheava” tranquilamente as páginas do melhor jornal do universo, o JBF, reuniam-se, em algum canto escuro um administrador do dinheiro público e um trambiqueiro travestido de homem de negócios, com o único intuito de “ajudar o povo, fazendo faxina em algum cofre público deste Brasil Varonil, afinal, cofre cheio de grana fica muito mais fácil de “limpar”…

    “Ontem é história, amanhã é mistério; hoje é UM DEUS nos acuda.” Sancho Pança

  2. Apois seu menino, eu vi muitas coisinhas diferentes, sim. Começando pela quantidade de povo que inzistia. Mas, dá pra vê que, derna daquele tempo, nóis já era disleixado. Inda hoje nóis continua no mermo desmantelo. Ora pois, se alguém tá bulindo nas planta do jardim, e taca a mão na merda do gato que foi esconder alguma coisa ali, a gente se aperreia e vai lavar as mão, né não? E por que, que a gente quando “joga barro” dentro da sentina, fica achando que, passar inté um rolo de papel vai limpar o cagador? A do gato, é merda. A nossa num é tomém?

  3. O lado interessante da pandemia é que, quando saímos à rua, não vemos mais pessoas bonitas ou feias. É tudo mascarado.

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