Versos do ente
Não há cidadão que aguente
Esse nosso presidente.
Matreiro como a serpente,
Ele mente que nem sente,
No seu blá-blá-blá frequente,
Não fala o português fluente.
Nunca gostou do batente,
Nunca foi um bom gerente.
E esse mal não é recente,
Vem desde que era servente.
E agora que está demente
Precisamos de outro urgente.