6 pensou em “PARECE QUE O YPÊ É MAIS SEGURO DO QUE A VAX

    • E viva o Butantã!
      E viva o SUS!
      Viva a Anvisa!
      Todos a serviço da politicagem, colocando a segurança da população em segundo plano.

  1. E viva o Butantã!
    E viva o SUS!
    Viva a Anvisa!
    Todos a serviço da politicagem, colocando a segurança da população em segundo plano.

  2. E a mídia amestrada, desta feita, não chama ninguém de genocida… Por que será?

    Vai euzinha até Milton Nacimento… O que será que será
    Que andam suspirando pelas alcovas
    Que andam sussurrando em versos e trovas
    Que andam combinando no breu das tocas
    Que anda nas cabeças, anda nas bocas
    Que andam acendendo velas nos becos
    Que estão falando alto pelos botecos
    Que gritam nos mercados que com certeza…

    • E por falar em Chico, “o que não tem certeza, nem nunca terá”…
      Nunca teremos certeza de que percentual é realmente, a originalidade de suas composições.
      Nunca saberemos se A Banda possou realmente por sua cabeçorra ou de quem ele comprou o Zepelim da Geni. Se bem que essa pode ter sido dele mesmo. Acho que nem ele sabe quem fez seus sucessos. Comprou enquanto estava chapado.
      Palavras dele: “Meu trabalho é buscar. Compositores anônimos….Eu não componho não mas trabalho pra cacete”.
      E a vacina… essa deve ter pulado etapas para atender às demandas políticas de Janjo. Dez anos no prelo com um enredo que muda todo mês, o vírus sempre sai com vantagem.
      Bom dia, madame! Min está ácido hoje. E olha Patópolis aí de novo.

      • Madame Min, contemporânea de Merlin, assim como o mago, é galesa (The Sword in the Stone). Suas atividades em Patópolis são apenas fruto de sua longa “amizade” com a fantástica Maga Patalójyka, esta sim patopolense da gema. kkk
        Quanto ao chico, nunca fui fã. Já do Milton ( o menino Bituca), sou fãzoca. Que voz, meu Deus!!!
        “Se Deus cantasse, teria a voz de Milton Nascimento”. Quando Elis Regina disse tal frase, estava euzinha ouvindo “Travessia”, numa velha vitrolinha Sonata, lá pelos anos 70.

        … Vou querer amar de novo
        E se não der não vou sofrer
        Já não sonho
        Hoje faço com meu braço o meu viver…

        Quanto a amar de novo EUZINHA encerrei o ciclo motel, alcova, gemidos, gozo. Agora dedico-me a recordar os grandes momentos de outrora. Era um ai jizuis, di ritinha di miudo. kkkkk

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