CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Mestre Berto,

O motivo desta mensagem é trazer ao vosso conhecimento algo que, espero, não lhe aborreça mas, ao contrário, lhe afague o ego.

Explico:

Dias atrás, após ler aquela postagem em que o senhor conta a presepada de Orlando Tejo e o agiota, escrevi na sessão de comentários que iria dar um jeito de incluir alguma daquelas frases em uma de minhas petições jurídicas.

Também prometi que, quando o fizesse, publicaria aqui na Besta.

Pois bem, promessa cumprida.

Utilizei uma frase de V. Santidade para rogar a um juiz do Tribunal Federal da 3ª Região que obrigue o INSS a cumprir uma medida liminar já deferida, para que o órgão pare de penhorar TODA a aposentadoria do meu cliente; pessoa idosa e doente.

Espero que o senhor não se ofenda por eu ter lhe citado nominalmente em minha petição.

Segue anexo pequena imagem de trecho do documento, tirada do site do TRF3.

Preservei o sigilo do nome das partes e do número do processo.

Um abraço de seu leitor fiel.

R. Êita peste!

Que me ofender, que nada, meu caro: fiquei foi ancho com essa revelação, ter meu nome citado por você lá no processo.

E ainda mais me chamando de “grande”!

Se alembrei-me de uma frase de Seu Luiz, meu saudoso pai: “Grande é Deus. Eu sou é comprido”.

Gratíssimo pela generosa referência que fez a este seu amigo.

E pode ter certeza que você vai ter sucesso nessa causa, meu Doutor.

Modestia adiada, eu sou um cabra que sempre dou sorte onde apareço

Quem quiser ler o texto onde uso a expressão “precisões agoniosas”, basta clicar aqui.

Um comentário em “PABLO LOPES – RIBEIRÃO PRETO-SP

  1. Vejam só a versatilidade que a língua portuguesa permite.
    A mais rica e ilustrada língua do mundo.
    A mais bonita e que ainda pode ser mais enfeitada.
    Aí vem um maluco fubânico, como o Luiz Berto e a adorna aínda mais.

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