A PALAVRA DO EDITOR

O cabra que inventou a expressão “distanciamento social” é baitola.

Foi a primeira coisa que me veio à cabeça quando fui votar hoje cedo, aqui bem perto de onde moro.

Chegando ao local, logo na entrada, uma fiscal com cara de macho estava aos berros:

– Respeitem o distanciamento social!

E eu fiquei só cubando o fucinho dela.

O cabra que inventou esta babaquice de “distanciamento social” deve ser o mesmo tabacudo que inventou a expressão “inclusão social”.

Aquele mesmo que gosta de incluir uma pajaraca inteirinha no furico.

Bom, o fato é que votei pra prefeito e pra vereador.

O voto pra vereador foi de cabresto, imposição da minha cunhada, irmã de Aline.

Dei o número da seção eleitoral pra ele conferir que tem pelo menos um voto pro indicado dela lá onde eu apertei os botõeszinhos da urna eletrônica.

Agora é esperar o final do dia e ver o que vai dar.

Quanto  menos zisquerdóides e petelhos nas administrações municipais, melhor para o nosso país.

11 pensou em “OS BAITOLAS E SUAS EXPRESSÕES

  1. Papa, aqui na minha cidade, São José dos Campos – SP, não houve problema. Uma pequeníssima fila na entrada e, depois, tudo fácil, sem transtornos. Ninguém estava respeitando distanciamento, eu mesmo e minha patroa, já chegamos sem prestar atenção nessa frescura. Mas o sujeito à nossa frente, ele e a esposa, reclamando que ninguém estava respeitando, que era uma bagunça. Para uma coisa, além da estúpida e desumana alegria dos canhotos com essa pandemia, ela nos fez percebermos como estamos cercados por imbecis, estúpidos e chatos. Também escolhi meus candidatos ontem. Na verdade nem precisava votar, mas para não dar alegria aos canhotos do time do nosso estimado amigo Goiano, fui votar em candidatos conservadores, de direita. Abração!

    • Pois é, meu caro, eu também estou dispensado de votar.

      Mas não abro mão do meu direito de fustigar essa canalha luleira zisquerdóide que ainda resiste em alguns cantos, como é o caso da prefeitura aqui do Recife.

      Abraços e um excelente domingo para o querido casal.

  2. Distanciamento social , deve ser afastamento da sociedade , viver como ermitão . Por cá , foi feita a campanha “científica ” do distanciamento porém nos transporte público ela não existe e nem em fila de banco . Nos ônibus os idosos entravam pela porta traseira antes do covid . Após a “implantação ” do covid , os idosos passaram a entrar pela dianteira e ficarem todos juntos e apertados na frente do veículo sem o devido distanciamento , já que na parte anterior a catraca , não tem espaço . Onde fica a tal “ciência ,meu filho ,ciência ” !. Como não imaginar que o recrudescimento nos casos da doença , sejam fruto da transferência dolosa ou culposa do vírus ?.

  3. Na realidade, a expressão deveria ser “distanciamento físico”. Distanciamento Social já existe no Brasil desde o tempo de colônia, entre ricos e pobres, negros e índios

  4. Bom dia, Berto! Um excelente domingo pra você e sua família.

    Já ía desejar-lhe uma boa eleição. Mas, tanto você quanto eu, já cumprimos nosso dever cívico.

    Segui à risca os conselhos encorajadores e seguradores da baitolagem que garantiu que o vírus tirou umas feriazinhas nessas eleições.

    Fui devidamente apetrechado: álcool 70%, máscara, caneta, luva, camisinha tamanho GG pra fazer jus à pajaraca do “Moleque Bimba de Alavanca”.

    Minha servidão eleitorífera foi tanta. Que não permiti o mesário
    voluntário compulsório pegar no meu Título de Eleitor. Mostrei-lhe de longe. Respeitando a distância demarcada pela faixa no chão.
    Fui até a insuspeita urna eletrônica. Carquei fundo as teclas KKKKK para vereador e depois KK para prefeito.
    Aguardei ansioso, porém tranquilo.
    O enchimento da barra retangular horizontal (isso tá parecendo uma trepada mau dada, né não, Berto? Desculpe pelo horrível relato).
    Com a confirmação do voto. Depois deliciei-me, com aquele barulhinho “tinrinrintinrinrin” anunciando os finalmentes votísticos. Foi quase um orgasmo eleitorífero.

    Vou torcer para ter o segundo turno. Pra passar por essas “escrutinias” aventuranças mais uma vez.

    Voltei livre, leve e solto para casa. Com a certeza de que não votei em nenhum “fela da puta” comunista, ladrão, pilantra, safado, vagabundo, satanista, desgraçado, inventor da “babaquice de distanciamento social” e a “expressão inclusão social”.

    Agora já chega. Porque já foi enchimento de saco pro dia todo. Ainda mais as bestices que escrevi aqui.
    Obrigado Berto por existir essa Gazeta Escrota e permitir que a gente possa escrever o que quiser. As leseiras e inutilidades que der na telha.

    Mais uma vez, tenha um maravilhoso domingo junto aos seus familiares.

  5. Sancho foi votar no tucano Morando por ser o menos ruim na lista “são bernardina” de candidatos.

    É phodda olhar a lista e só achar candidatos de esquerda. Tudo culpa desses fubânicos como Berto, João Francisco, Joaquimfrancisco, Luiz Carlos Freitas, Mauro Moreira e outros que não se candidatam como representantes dignos da DIREITA.

    E para 2022…

    Sancho, o cabo eleitoral do jbf…

    Tá faltando fubânico em cargos públicos, porra!!!!!!!

    Vamos lançar Berto, Adônis, Assuero, Bertoluci, De León, Maurino, Pablo Lopes, Mairton, Jessier, Xico Bizerra, Severino Souto, Bernardo, Goiano (ops, Goy não. Quase fui traído por meu coração) e outros tantos fubânicos para deputado estadual em 2022, turma fubânica. Vamos usar a plataforma do jbf para fazer campanha pelos fubânicos que se candidatarem.

    • Terracota, boa noite

      Estou com uma turma lá apoiando o Pedra, que está com o Diogo para a reeleição. Segundo meus “informes” o Diogo ganha fácil. Quanto aos vereadores é um balaio de gatos (impossível qualquer previsão).

      Estou na torcida por ambos.

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