Viajando no trem da existência
A lembrança no peito se aquartela
Cada cena que vejo na janela
Me aproxima da porta de emergência.
Vi o tempo gritando sem clemência
Disparado com tal velocidade
Avisando que a vida é brevidade
E no trono da mesma ele é o rei;
Nas poltronas do tempo eu viajei
Em vagões carregados de saudade.
HÉLIO CRISANTO - UMA LUA, UM CAFÉ E UM BATENTE
Caro Hélio,
Tenho a honra de escrever, como que congraça, nas páginas do nosso magnífico JBF – já há tempo transformado em grêmio cultural – num momento de grande significação, porque completarei na próxima semana 90 anos, tempo em que afloram os melhores sentimentos.
E numa das poltronas do seu “Trem da Existência”, no qual viajo com cuidado para não ter que sair pela “Porta de Emergência”, levo pesado matulão de saudades, como você.
Que verso, amigo!
De presente, já serviram para emocionar 42 dos meus “Correspondentes Unidos”, dentre eles, amigos, netos e bisnetos, os quais, certamente, como eu, ficarão encantados.
Do Recife seus versos partiram para a Américas, Europa e Oriente.
Devem, a estas horas, estar sendo lidos e, em cada linha de saber filosófico e artistico, certamente esmerilhado como luzes itermitentes, a fim de terem, como esse seu admirador, emoções fortes, verdadeiras e lição de vida.
Parabéns, amigo!
Carlos Eduardo Carvalho dos Satos
(“Crônicas Cheias de Graça”)
Meu caro amigo Carlos Eduardo, que alegria e satisfação em ler o seu comentário, isso dinheiro não paga, que aproveitarmos.essa viagem e na próxima estação tomarmos um bom vinho regado a um bom papo poético.
Saudações caro amigo.
Emocionante.
Quantas estações ainda teremos?
Quantos vagões ainda teremos para preencher com mais saudades?
Não importa. Sigamos em frente na cadência do som nos trilhos.
Estamos todos neste trem…
Meu caro amigo Carlos Eduardo, que alegria e satisfação em ler o seu comentário, isso dinheiro não paga, que aproveitarmos.essa viagem e na próxima estação tomarmos um bom vinho regado a um bom papo poético.
Saudações caro amigo.