A revista britânica Economist, uma das mais respeitadas do mundo, cobriu de vergonha Lula e o PT e boa parte dos políticos e da imprensa brasileira, definindo o presidente petista como jamais tiveram a dignidade de fazer: um líder ultrapassado, desconectado, com sintomas de declínio pessoal e político, deixando-se usar pelo entorno radical e despreparado, afundando o Brasil no descrédito, virando motivo de risinhos de deboche de outros líderes, como na recente reunião do G7.
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Os brasileiros já viram tudo isso em Lula, como pesquisas detectam desde o início do ano: descrédito lá fora, impopularidade no Brasil.
Quando Janja viaja ou abre a boca, a oposição delira, como no recente ataques aos cantores e milhões de adeptos de musica sertaneja.
Além de chefiar um governo que só pensa em aumentar impostos, Lula tem ministros que dispensam oposição, tipo Gleisi, Rui Costa e Taxxad.
No STF, aliados “regulam” as redes sociais com odores de censura, e a ministra Carmen Lúcia ainda ofende o País de “213 milhões de tiranos”.
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Apesar do vertiginoso declínio, o Descondenado ainda conta com um rebanho fiel aqui em terras banânicas.
Pequeno mas persistente.
Um rebanho que relincha com disposição e escoiceia o bom senso o dia inteiro.
Tem como estar pior para o Painho e seus acólitos?
Tem, sempre tem.
Há uma tempestade a caminho.
Quando chegará?
A ansiedade faz mal ao sistema digestivo.
Devemos ter fé e serenidade.
O que muitos estão vendo só agora e tarde demais, o carniça já fazia na década de 80.