Lanche vespertino para esperar a netaiada
Domingo, de tarde.
Problemas na linha férrea impediu a chegada das crianças para passar as férias escolares.
Zelosa e carinhosa, a Avó fez queijos (bovino e caprino), deixou goiabas amadurecerem no pé, protegendo-as com um saco de papel – as crianças adoram tirar a goiaba madura do pé.
Doce de goiaba, rapadura novinha e broa de goma.
O chiqueiro das cabras foi limpo, pois Noraci, a mais velha das meninas, tem o hábito de acordar cedo e gosta de ordenhar, ela própria, as cabras leiteiras.
Vovó preparou o café da manhã. Cozinhou batata doce, macaxeira e abóbora – os meninos gostam de um café diferente do que tomam na cidade grande. Muito mais pela mudança do ambiente, que pelo sabor.
O noticiário do rádio colocado sobre, e próximo ao forno, garantiu que o problema na linha férrea foi resolvido – amanhã as crianças chegam e vamos preparar a montaria para espera-las.
João apanhou castanhas de caju e vai assá-las amanhã. Pena que setembro ainda esteja longe, mas a floração dos cajueiros promete boa safra.
Amanhã, quando o sol estiver esfriando, Vovó vai preparar o café. Mais uma vez!
A cognição!
“De acordo com o Novo Dicionário Aurélio, cognição significa a aquisição de um conhecimento, o ato ou efeito de conhecer, e a função da inteligência ao adquirir conhecimento. O termo também abrange a capacidade de processar percepções e a interação ativa com o mundo.”
O ano era o de 1952. Grupo Municipal São Gerardo – Aula de Português, Professora “Mundica”:
Professora: José, levante-se e soletre a palavra PARALELEPÍPEDO!
José: Pa-ra-le-le-pí-pe-do!
Professora: Correto! Crianças, “paralelepípedo” é aquela pedra usada pela Prefeitura para urbanizar nossas ruas.
Era assim que, antes de aparecer esse “genial” (hoje estou de bem comigo mesmo e não quero xingar ninguém) Paulo Freyre, que, tanto quanto George Orwell, escreveu “Revolução das frangas” – liberando a libertinagem e a pouca vergonha entre os jovens. Os “bichos e as bichas” aderiram à Revolução e estão hoje escolhendo banheiros nas escolas.
Dia desses eu soube que, alguém que nasceu com aquela mini-salsicha entre as pernas e dois redondinhos de chocolate, cismou que se sentia uma menina, embora nunca tenha menstruado e queria se assumir “trans”. Decisão de cada um, claro.
Na sala de aulas, a Professora usando calça masculina colada ao corpo, braços e o que mais dava para ver, repleto de tatuagens, pediu pelo amor de Deus:
– Cynthhya, por favor, levante e soletre a palavra UVA!
– Cynthhya sentada na cadeira escolar com a perna esquerda cruzada sobre a direita, lixando as unhas esmaltadas de cores diversas, respondeu: não levanto e não sei soletrar!
É essa a conclusão da Teoria da Libertação. Tá tudo liberado!
O governo federal que cuida do que deveria ser a Educação, investiu alguns milhões da arrecadação de impostos e “desobrigou” a perseguição da “reprovação”. Ninguém mais pode ser “reprovado”, mesmo que seja qualquer Cynthhya!
E assim caminha a juventude brasileira para o caos da imbecilidade e da viadagem. Seria esse o motivo de terem surgido tantas lésbicas nas duas últimas décadas?
Os “machos” estão sumindo e sem êxtase é o mesmo que apostar na Roleta do Cu-Trancado sem acertar uma única vez!
Imagine a humilhação que passaremos caso o vizinho Paraguai resolva, intempestivamente, invadir o Brasil. Javier Milei já disse a que veio.
Passeio vespertino com a família
Claro que, para os que têm problemas cognitivos, o capim será sempre azul. Não adianta persistir e dizer que é verde. Para aquele, o capim é azul, e, insistir ao contrário, é misoginia.
Rótulos eles sabem todos.
Mas, precisam entender e aprender o que é “cognição”!
Que trabalheira esse “lixo” velho dá!
A maior prova prática do não entendimento cognitivo, é vestir o cachorro ou a cadela (me nego peremptoriamente a rotular cachorro de “pet”) com roupinha apropriada, levar ao cabeleireiro e beijar no “fucim” do animal ao sair ou ao chegar em casa.
Pergunto: como o cachorro identifica que a cadela está “querendo nhanhar”?
Respondo tendo dúvida: cheirando e/ou lambendo a vulva. Né não?
Continuo perguntando: depois desse ato o cachorro faz uma assepsia e está apto para receber ou dar beijos no “fucim”?
Essa é parte da cognição.


