JOSÉ RAMOS - ENXUGANDOGELO

Homem (58 anos) obeso

Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde, em 2025 o planeta terá 2,3 bilhões de adultos acima do peso e 700 milhões de obesos. O excesso de gordura corporal está relacionado a uma série de fatores – entre os quais a má alimentação e os modismos sociais.

A obesidade é uma condição médica caracterizada pelo excesso de gordura, que pode ter efeitos negativos na saúde.

Normalmente, é diagnosticada por meio do Índice de Massa Corporal (IMC), que é feito por meio da divisão do peso (em kg) pela altura (em metros) ao quadrado. Por exemplo: uma pessoa com 70 kg e 1,60 de altura tem um Índice de Massa Corporal de 27,34. Um IMC igual ou maior que 30 é considerado como indicativo de obesidade. (Informação extraída do Wikipédia).

A obesidade não apresenta sintomas específicos, mas algumas complicações podem estar relacionadas a:

Aumento do peso corporal: o principal sintoma da obesidade é o ganho de peso excessivo, que é avaliado por meio do índice de massa corporal (IMC)

Cansaço: o excesso de peso pode sobrecarregar o corpo e levar a uma sensação geral de cansaço e falta de energia

Falta de ar: a obesidade pode causar pressão nos pulmões e no coração, o que dificulta a respiração, especialmente durante atividades físicas

Problemas de sono: como síndrome de apneia obstrutiva do sono

Problemas de pele: o excesso de gordura corporal pode aumentar o risco de problemas de pele, como estrias, infecções por fungos e acne

Além disso, a obesidade pode causar complicações ortopédicas, como dores na coluna e nos joelhos, por conta da sobrecarga das articulações causada pelo excesso de peso.

A obesidade é causada por muitos fatores, como genética, comportamento, ambiente e metabolismo. Algumas das principais causas da obesidade são:

Fatores ambientais e comunitárias: fatores como a proximidade de fast-foods, falta de acesso a alimentos frescos e ambientes escolares podem contribuir para a obesidade

Fatores genéticos: alguns estudos mostram que alguns tipos de variações genéticas podem influenciar o metabolismo, o apetite e a regulação do peso

Fatores metabólicos/biológicos: a regulação do metabolismo energético do nosso corpo é dada por interações complexas entre hormônios e neurotransmissores que quando desbalanceadas favorecem o desenvolvimento e a manutenção da obesidade e outros problemas metabólicas

Fatores individuais e comportamentais: o estilo de vida, incluindo o consumo de bebidas açucaradas, tamanho das porções, comportamento sedentário e tempo de tela, são fatores significativos que contribuem para a obesidade. (Informações obtidas por pesquisa no Wikipédia)

Mulher com excesso de peso

Confesso que sou leigo no assunto. Para postar essa reflexão conversei com um filho Nutricionista/Fisicultor, e obtive algumas informações que serviram como base para essa postagem. Recorri, também, ao Wikipédia.

Começo essa proposta de reflexão indagando: o que estamos comendo e alimentando nossos filhos nos dias atuais?

Temos algum tipo de preocupação com esse detalhe?

O que é e, em contraste ao que comemos no dia-a-dia, o que é a alimentação “vegana” (que anos atrás era rotulada de “alimentação naturista”)?

Comer é algo relacionado à “psique” e pode ser considerado como ansiedade?

Comer bem é abrir espaço para a gula e repetir, repetir e repetir?

Você acredita que, uma banana, um abacate pode alimentar mais o corpo que 500 gramas de picanha?

Afinal, “comer bem, e estar bem alimentado” e sentir que no estômago não cabe mais nada?

Estamos preocupados com o que comem nossas crianças?

Voltando ao parágrafo inicial, observa-se que, temos pelo menos 33,33% de obesos de uma população de 2,3 bilhões no planeta. É preocupante!

Mas, também não deixa de ser preocupante, o fato de não termos esse percentual de obesos nos países do continente africano – ali, é alto o percentual de famintos, como é também alto, o percentual de pessoas que se privam da água.

Repito: o que estamos comendo?

Por que as pessoas que nascem, crescem e vivem na roça – e nem falamos daqueles que passam necessidades de alimentos – não são gordas?

“Entregar” qualquer comida para uma criança é motivo de preocupação

Acessando diariamente os portais que priorizam o agronegócio, entre os quais o principal desses é a EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias), maior empresa desse ramo no planeta, e uma das mais prestigiadas por quem empreende na produção de alimentos, encontro ali, como notícia: o item que mais o empreendedor “importa” é o fertilizante (AGROTÓXICO).

Sugiro a reflexão mais uma vez: o que estamos comendo hoje, e o que nossos descendentes comerão no futuro?

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