Na fila da seção para votar, uma senhora toda metida em roupa vermelha, chegou e perguntou em voz alta:
– Onde fica a fila das buchudas?
Eu já ia lhe dizer que ela poderia seguir direto para a porta, quando uma menina, sua filha adolescente, resolveu repreender a mãe.
– Ô, mainha, deixe disso!
A mulher quis insistir e a filha não deixou a mentira prosseguir:
– A senhora não está buchada.
A mãe meio irritada acabou confessando que uma amiga, “que tem o bucho quebrado, como o meu, disse e passou na frente”, falando com a maior naturalidade.
Eu, não me aguentando, resolvi entrar na conversa.
– Sua amiga praticou um ato de corrupção. Depois não pode reclamar de corruptos. – acrescentei: – Já imagino em quem votou.
A mulher arregalou os olhos para mim, não sei se surpresa por minha intromissão, ou pela ansiedade de dizer em quem votará:
– Em Lula. Claro! Que a gente não sabe apertar outro além do 13.
Eu exclamei baixinho, só para mim, “está explicado”.
E sigo na fila para votar contra essas coisas.
Agora chegou outra, toda de vermelho, afirmando que deveria “ter tomado emprestado a filhinha da vizinha para se adiantar na fila”.
Nosso povo…
óh, Jesus de Ritinha,
perdoe-me, você conclui afirmando ”Nosso Povo”’.
Escuse-me, NÃO É ‘Nosso Povo’, em absoluto !
Está, sim, explicado: É UMA PETRALHENTA, PETRANOJENTA, PETRASAFADA !
Aponte – gostarei de conhecer, em qualquer lugar do Universo, um esquedalhento
que não seja safado, patife, sacripanta, etc, etc, etc.