Foi um tiro no pé tentativa de Lula, a menos de 10 dias da eleição, de fazer um afago no agronegócio brasileiro, elogiando o setor – no Canal Rural, do seu amigo do peito Joesley Batista – por sua importância para a economia.
A lorota do “encantador de serpentes” foi vista como tal.
Ninguém esquece que ele chamou o setor de “fascista” e do seu apoio e estímulo às invasões e destruição de propriedades feitas pelo MST.
Depois de Lula dizer que MST só invade “terra improdutiva”, choveram imagens e vídeos de plantações destruídas e gado morto em invasões.
Um setor como o agronegócio, que rala muito pelo país, sempre é alvo de pancadas de políticos conhecidos pela notória aversão ao trabalho.
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A expressão “aversão ao trabalho”, contida no último parágrafo desta nota aí de cima, resume tudo de forma magistral.
Aversão ao trabalho é um sentimento arraigado no coração do descondenado Lapa de Ladrão e da quadrilha que ele comanda.
Em outubro de 2009, os vagabundos que idolatram Lula – idolatria fartamente retribuída – destruíram criminosamente milhares de pés de laranja numa fazenda do interior de São Paulo.
Cenas chocantes estas provocadas pela cambada de felas-das-putas, comandada pelo desocupado terrorista João Pedro Stédile, grande amigo do ex-presidiário.
Deu até na Globo!