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O lulopetismo do fim do mundo ainda não ousa comentar publicamente, mas, se não reagir à contaminação da bolsonarofobia que o consome, não demorará muito tempo para que sucumba à ânsia de “lacrar” e passem a narrar a crença de que foi Bolsonaro quem quebrou o Brasil. Que o apartamento na praia é do Bolsonaro. Que o sítio em Atibaia é do Bolsonaro. Que foi Bolsonaro quem assaltou a Petrobras. Foi Bolsonaro quem financiou ditaduras mundo afora.
Nada mais justo então, que Bolsonaro seja preso e vilipendiado em praça pública.
O universo esquerdista é tão miserável de sensatez, que no episódio da prisão de lula da silva berravam “lula livre!” quando, intimamente, sabiam que lula preso era a narrativa que lhe restava para evitar seu esfarelamento. Pelos porões da hipocrisia sussurravam: fique preso, lula livre! Lula não ficou.
Solto, foi empossado presidente do Brasil, para o exercício do seu terceiro mandado. No entanto, como era previsível, os petistas retomaram o poder cometendo as mesmas falcatruas que levaram as mais alta patentes do partido para a cadeia, condenados que foram por corrupção, entreoutros crimes.
Com as eleições de 2026 se avizinhando e com as mazelas de um passado escabroso ainda recente se renovando e voltando para assombrar o governo atual sinalizando para a desfragmentação da esquerda, comenta-se à boca pequena que, movidos pelo desespero, lideranças esquerdistas não descartam a possibilidade de iniciarem o ensaio do grito de guerra “volte pra cadeia, lula livre”! Pelo bem da causa, volte!
Mauro. Essa desgraça desse esquerdismo não tem cura fácil. Foram anos de doutrinação. Esse Janjo é só um escolhido para ser a atração (O bobo da corte que pensa que é rei). O cabeça é Zé Dirceu. O guru, FHC. O SAINT GERMAN é o Moraes.
Maurino Júnior – Brasil, o País do Grotesco – 02 de setembro de 2025
O Brasil, outrora uma nação pujante em suas aspirações, encontra-se hoje aprisionado dentro de um circo grotesco, onde o picadeiro é ocupado por togados, engravatados e parasitas de colarinho branco. A plateia, composta por um povo que luta diariamente para sobreviver em meio ao caos, assiste atônita ao espetáculo mais degradante de sua história política: a consagração da farsa, a institucionalização da mentira e a canonização da corrupção como forma de governo.
É impossível não denunciar o papel sinistro desempenhado pelo tripé que sustenta essa tragédia nacional: o STF, o TSE e a PGR. Transformaram-se em instrumentos de perseguição, não em guardiões da Constituição. Hoje, mais do que nunca, a Justiça brasileira deixou de ser cega; ela enxerga com olhos enviesados pela ideologia, perseguindo implacavelmente quem ousa levantar a voz contra o sistema, enquanto acalenta e protege, com zelo maternal, aqueles que professam a mesma cartilha esquerdista.
O alvo é claro, o inimigo escolhido e caçado como se fosse criminoso: o Presidente Jair Bolsonaro. Um homem eleito pelo voto popular, que ousou afrontar os donos do poder, os vícios da velha política e a engrenagem de corrupção que sempre suga o sangue do povo brasileiro. Contra ele, montou-se um tribunal de exceção, um teatro inquisitório, onde não há direito à defesa, onde a presunção de inocência foi rasgada, e onde qualquer palavra, gesto ou silêncio é convertido em prova de culpa.
Enquanto isso, os verdadeiros ladrões, aqueles que saquearam os cofres públicos, dilapidaram a Petrobras, destruíram a economia e venderam a soberania nacional em troca de propinas, estão soltos, sorridentes, ocupando ministérios e palácios. A esquerda, com sua ideologia imunda, tomou de assalto não apenas o Executivo, mas também as instituições que deveriam limitar o abuso de poder. O resultado é a degradação moral do país: a inversão dos valores, a exaltação do criminoso e a crucificação do honesto.
Elegeram – ou melhor, impuseram pela manipulação, pela máquina e pelo conluio institucional – um ladrão reincidente, um condenado ressuscitado pelo conluio jurídico-político que teve a audácia de rasgar sentenças, anular provas e apagar a memória das maiores roubalheiras já vistas. A presidência da República foi tomada não pelo voto genuíno da maioria consciente, mas pela orquestração de um processo manipulado, em que o eleitor foi conduzido como gado, embalado pela mentira, pelo ódio plantado e pela censura descarada de vozes dissidentes.
O que se vê hoje é o retrato mais abjeto de um país que perdeu a vergonha. As instituições não protegem o cidadão, mas apenas a si mesmas e os seus comparsas. O povo é tratado como massa de manobra, a liberdade de expressão é trucidada, a democracia é usada como biombo para encobrir um autoritarismo vil, e a pátria, esta sim, está sequestrada por aqueles que se julgam donos dela.
Eis o Brasil: um país que idolatra ladrões, persegue patriotas e criminaliza a verdade. O palco da farsa está armado, os palhaços de toga e gravata seguem representando, e a plateia, cansada e humilhada, ainda aplaude, não por convicção, mas pela desesperança que lhe restou. É preciso coragem para denunciar, é preciso lucidez para resistir, mas, sobretudo, é preciso não se curvar diante da mentira institucionalizada que hoje corrói, como um câncer, a alma desta nação.
Maurino, é isso mesmo.
Mas, por enquanto para ter essa coragem, só estando no exílio. Com excessão da ZAMBELLI,que deu azar. Os outros estáo talhando ferro.