Foi Maurício Assuero
Que inventou um Cabaré
Ele é muito frequentado
Nesse espaço eu boto fé
É o Cabaré do Berto
Que as sextas, é aberto
E eu fui lá ver como é.
Sei que o Cabaré do Berto,
É cabaré de respeito
Mas mulher p’ra frequentar
Tem que ter é muito peito
Ou cai na língua afiada
De quem fica recalcada
Se roendo com despeito.
Tem papo e tem poesia,
Tem muita descontração,
Histórias inusitadas
De farra e de traição
Na hora da oratória
Não falta corno na história
Muito riso e animação.
O cabaré democrático
Todos podem frequentar
Não tem limite de idade
Quem quiser pode chegar
Tem um clima diferente
E que agrada a muita gente
Quem quiser pode chegar.
Essa Dalinha…..muito bom. Ângela Gurgel me mandou uma mensagem no zap dizendo que estava com saudade do Cabaré porque desde que “virou dama da noite” está sem condições de participar. Ângela é uma poetisa fantástica do Café com Poesia. O Cabaré precisa valorar seus poetas e minhas ideias esbarram em operacionalização. Queria que Valer Portela, o xexeleo número 1, participasse pra gente discutir projetos
O cabaré é um espaço onde os participantes se divertem, os temas são bem engraçados e é uma ótima oportunidade para sair um pouco dessa rotina pesada, de pestes, política e guerras. Amei participar.
Raparigal arretado
Não há melhor cabaré
Dele eu não me afasto
Jamais arredo meu pé
Tem rapariga bonita
Safadeza e brita
Puteiro em que boto fé
Eu digo como ele é:
Um cabaré diferente
Sem ter puta, sem ter quarto,
Sem cigarro, ou aguardente,
Não tem vermelho na luz
Mas tem Papa, tem Jesus,
Num time de boa gente.
Parabéns pelos versos bonitos e pertinentes, poetisa Dalinha Catunda!
O Cabaré do Berto pode ser comparado a uma “sala de terapia”. A descontração e a higiene mental são salutares.. .Bom demais!!!
Concordo com tudo que você escreveu. Violante. Meu abraço e obrigada.
No fundo, no fundo é um cabaré cultural.
Pois é Jesus de Ritinha, é quase um santuário.
No fundo, no fundo é um cabaré cultural.
Republicando, por ter saído truncado na postagem inicial:
Raparigal arretado
Não há melhor cabaré
Dele eu não me afasto
Jamais arredo meu pé
Tem rapariga bonita
Safadeza e birita
Puteiro em que boto fé