
Na paisagem quase azulada de teu lugar, percebo o céu e as paredes na cor azul. Até a porta é quase desta cor, numa tonalidade mais branda. Destoam do cenário as telhas e o chão: este, cor de barro; aquelas, vermelhas cor de telhas. A escada, deixa que eu azulo: faço que nem Penna … Desmantelo teu casulo, prometo não te fazer mal. E aí, o tudo mais que azul não for transformarei em cor: o teu pé e a tua mão, num azul bem terno e até teu barro-chão será azul celestial … Assim como faria Bandeira ou Cabral … Assim como fez Carlos Penna Filho. E num nascedouro sul vertiginosamente azul, seríamos todos espaços azuis de coisas gratas.
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Mistérios de Xico Bizerra.`Que o “ azul “ deixa sempre a dúvida. É a cor? Ou a tristeza? É a Blue Moon? Ou o Saco Azul a que se referem os lusos. Enfim, viva adições Bizerra, sempre inspirado.
Padre José Paulo, obrigado pelo coment´qario, sempre generosos. O azul é apenas o Azul, do Céu e às vezes do Mar, da tristeza e/ou da alegria, dependendo dos olhos de quem o vê. O azul é azul e isso basta.
Bela resposta, amigo. E ainda tem a do pastoril.