4 pensou em “NOEL BRANDÃO – GOIÂNIA-GO

    • Eu já votei com cédula e digo: em nenhum lugar do mundo tem um sistema eletrônico como o do Brasil. E porquê? Porque permite fraudes na casa dos milhões (nos EUA foi na casa das centenas de milhares).

      Só um exemplo nosso: em 2018 no 1º turno JB estava com 29% dos votos, o NE já tinha apurado 90% das urnas; em SP faltavam 60% dos votos a apurar. No final JB teve 44% dos votos e houve um 2º turno.

      O fato estranho é que em determinadas urnas JB teve menos votos que seu filho Eduardo, pois eles alteraram a votação para PR e não para Deputado.

      Vou falar como Cláudio Lessa: não é bacaninha?

      • correção no 2º parágrafo: JB estava no 1º turno com 49% dos votos e não 29 como eu equivocadamente coloquei..

        Era por volta de 19:30 hs e deu um apagão de 30 minutos as apurações.

  1. É isso aí!
    A fraude na eleição americana é visível, escancarada.
    A urna eletrônica sem o voto impresso é uma PORTA ABERTA PARA FRAUDES INVISÍVEIS E INDETECTÁVEIS.
    Quando um eleitor digita o número do seu candidato no teclado da urna eletrônica, quem garante que o voto foi computado para o candidato certo?! O sujeito pode digitar 92 e o programa que roda na urna registrar o voto para o candidato 84. E isso sem deixar nenhum vestígio de fraude! Sem possibilidade de auditagem ou de recontagem!
    Ainda que o programa que roda na urna eletrônica possa ser auditado ANTES DA ELEIÇÃO, não há garantia de que, NO MOMENTO DA ELEIÇÃO, o programa realmente instalado em cada urna seja o mesmo que foi previamente auditado.
    NÃO TEM JEITO: A URNA ELETRÔNICA SÓ SE TORNA CONFIÁVEL SE HOUVER, EM PARALELO, A IMPRESSÃO DO VOTO. E ESSE VOTO IMPRESSO TEM DE ESTAR VISÍVEL PARA O ELEITOR NO MOMENTO DA VOTAÇÃO.

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