12 pensou em “NA PRAÇA DA CASA FORTE

    • Sempre que meu Quixote Véi di Guerra deixava marcas de pneus nas estradas do Recife, dava um jeito de dar uma rezadinha na Igreja Matriz de São José. Andar com fé eu vou, que a fé num custuma faiá… Vida na boléia do caminhão por essas estradas esburacadas do Brasil só com muita fé no coração.

      Lembrei, inclusive de trecho de um poema:

      Na madrugada, carregado de fé e confiança
      Os faróis iluminam, o olhar alcança
      Em primeira o caminhão avança
      Na carroceria, a carga balança
      Ontem, ficou na lembrança.
      Destino nova esperança!

      Créditos: O Zé da Zana, irmão caminhoneiro me passou, em 2015 o texto, que é parte de belo poema de um caminhoneiro chamado Antonio Quaesner (Alô, alô, irmão caminhoneiro! Aquele abraaaaaaaaço!!!! Alguém conhece o poema ou o caminhoneiro?

  1. Beleza de cidade . Vocês a chamam de Veneza .
    Mas a minha é como Washington . O Mandatário , ( presumo que seja conjunção das palavras manda e otário ) a opera de uma fortaleza melhor que a Casa Branca . Polícia nenhuma vai lá prende-lo . Os desvios devem ser grande . Acho que a PF faria a festa aqui . Não temos mais represa , a muitos anos atrás a secaram . Agora , pontes temos. Para ir ao próximo município atravessamos o mesmo rio 4 vezes sendo 3 todas ao lado e uma mais distante. Mas se não temos toda esta água e pontes de Recife , temos o verde . E como se diz , verde aqui é mato . E nesta quarentena , tudo que vemos é o verde. Mais uns dias e me enforco num pé de couve. Desculpe , é que vi o verde das fotos.

    • Vou te dar uma dica. anota aí!
      Como o frágil e pequeno tronco não vai suportar seu peso, que nessa quarentena forçada deve ter aumentado, impossibilitando o vil intento e, para não desperdiçar o vegetal crucífero do gênero Brassica, sugiro que busque na internet a receita maravilhosa: bacalhau com couve cozida e fufu, prato típico do Congo. Comi na casa de meu amigo congolês Demis Sassol-Niguesso (Grande abraço, nego véi!!!). De lamber os beiços. É daqueles pratos para comer, repetir, pedir outro e comer de novo, até forrar a pança, não o Pança.

      • Fui ver a receita Sancho. Uma senhora chamada Beatriz Koch escreveu o modo de fazer. Mas parece que até a pessoa terminar de fazer tudo , a fome já passou. Bom fui mesmo para saber o que é fufu .

  2. Eu visitei a bela e acolhedora cidade de Recife, a Veneza brasileira, nos idos de
    80/90 e gostei muito da cidade e do seu povo.
    Agora o Berto nos mostra um outro lado dessa bela cidade, com os Jardins
    criados pelo famoso paisagista Burle Max. Um belo jardim bem agradável
    na bela Recife.
    Gostei muito dos versos do grande Orlando Tejo, que escreveu o prefácio
    do livro ” A prisão de São Benedito “, prefácio esse que devorei em grandes doses
    de tanta gostosura e que usei, confesso, como inspiração,
    para escrever o prefácio do livro do nosso amigo Altamir Pinheiro ” No
    escurinho do cinema “

    • Caríssimo comentarista D.Matt., para escrever sobre o prefácio do livro do cinéfilo ALTAMIR PINHEIRO, NO ESCURINHO DO CINEMA, a ser lançado brevenemente, e sobre o magnifico livro de crônica do nosso editor Luiz Berto: “A Prisão de São Benedito e outras histórias” nada melhor do que procurar inspiração nessa maravilhosa e paradisíaca praça de Casa Forte. De um verde indescritível.

  3. A título de informação aos comentaristas do JBF e aos introdutores do livro NO ESCURINHO DO CINEMA: Tavares, Berto e d.matt,
    Informamos a todos com grande prazer que assim que ocorrer o término da pandemia, o livro estará entrando na fornalha para ser cozinhado e, o SEGUNDA SEM LEI volta às páginas do JBF na próxima segunda dia 8. Quanta saudade!!!

  4. Sr. Berto, tenho o prazer de trabalhar em um dos prédios situados na Praça de Casa Forte, quase ao lado da Casa Paroquial, e tive a honra de conhecer o Padre Edvaldo, não intimamente, mas que deu para sentir a personalidade impar. Já vi vossa senhoria tomando café ou almoçando na Padaria Delicias da Praça !!! Esta vista torna o trabalho mais leve e a chegada mais linda !!!

    • Mas que feliz coincidência, meu caro Ronaldo!!! De fato, sou freguês da padaria da praça, e costumava almoçar e tomar o café da manhã por lá, antes da proibição de fechamento dos restaurantes por conta da pandemia. Quanto ao Padre Edvaldo, de vez em quando eu ia lá na casa paroquial dar uma bicada no uísque que ele gostava de tomar com muito gelo. Mais gelo do que uisque. E quando você me ver lá na padaria, por favor, se identifique pra gente conversar. Abraços e um bom dia!

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