A PALAVRA DO EDITOR

Já são quase 11 horas da manhã e o sol deste domingo ainda não despontou aqui nesta minha querida Recife

Choveu de madrugada.

Já estiou mas o dia amanheceu meio esquisito.

O Rio Capibaribe, que passa no fundo do edifício onde moro, não está correndo iluminado como de costume.

Fiz esta foto hoje de manhã, na qual aparece o rio descorado e sem os raios do sol, nosso astro-rei:

Lá do outro lado do rio, rodeado por aquelas árvores, tem um bairro arretado e cheio de animação.

Todo fim de semana escuto os ecos das farras e das cachaçadas dos moradores daquela banda alegre da cidade.

E fico daqui ouvindo, morrendo de inveja e de saudades dos tempos em que podia tomar uma.

Bom, vou torcer pro tempo melhorar.

Hoje vou dar um passeio na beira da praia e fiscalizar a vida do povo.

A nossa secretária Chupicleide, junto com Bosticler, faxineiro da redação do JBF, resolveram encher o rabo e vão tomar umas e outras no bar Casa de Noca, um animado boteco no bairro do Totó, que fica no município de Jaboatão, aqui na região metropolitana do Recife.

Os dois vão aproveitar o generoso depósito feito pelo leitor Luiz Cesar, que fechou com chave de ouro as doações dos amigos fubânicos no mês de abril recém findo.

Chupicleide e Bosticler vão celebrar este domingo pós-manifestações verde-amarelas que coloriram ontem o Brasil de norte a sul, de leste a oeste.

E, já que falamos na Casa de Noca, uma música da autoria de Catulo de Paula, coisa dos anos 50/60, pra fechar esta postagem e animar o nosso domingo.

Aí vai O Pau Comeu na Casa de Noca:

4 pensou em “NA CASA DE NOCA

  1. Perfeito seu comentário. Mas cério que a pandemia veio para dar uma tapa bem dada na consciência nacional, tornando-a mais solidária e responsável por um planejamento danado de bom. Bom domingo!!!

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