LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

Com medo da Argentina, a Marinha do Brasil posiciona seu arsenal.

12 pensou em “MILEI FOI SINCERO, POR ISSO A OFENSA FOI GRAVE

  1. Artilharia pesadíssima essa da Marinha brasileira. Tenho até dó dos nossos inimigos.
    Canhoneira com essa força devastadora de ataque e letalidade, só nossas Forças Armadas tem.
    Orgulhemo-nos, então!

    • Observe como são as coisas, Mauro. Veja a força do estigma que essa gentalha carrega, por puro merecimento. Qualquer que seja a menção que se faça a essas mulheres, sua imagem vai estar relacionada a esse armamento de grande porte e alto poder de destruição.
      Trata-se de uma corja tão perniciosa à política brasileira que o que antes era bullying ou desrespeito, agora virou símbolo.
      Senão vejamos: “O ladrão e seus canhões”, todo mundo sabe quem são.

  2. The Powerpuff Girls – Seis mulheres lindíssimas, fofíssimas, elegantérrimas, competentíssimas. O que seria do Brasil se essas super-heroínas maravilhosas benfeitoras, esses prodígios, essas máximas inteligências tivessem nascido, por exemplo, no Kiribati? Mas o bom Deus é brasileiro (com muito orgulho, com muito amor) e fez tais esplendores nascerem (para nossas alegria) justamente aqui.
    Hoje Matilde está heróica.

  3. Falando em The Powerpuff Girls, esta ‘matildinha de olhos verdes’, finalmente encontrou um “louco” para levar ao meu edredon. Depois de uma noite de sacanagem da boa (pouparei a todos dos detalhes sórdidos do meu adeus às incômodas teias de aranha), o “cabra macho sim sinhô” olha em meus olhos, e fala:
    -A partir de agora irei te chamar de Eva!
    Sem entender, pergunto:
    -Por que “Eva”?
    -Porque você foi a primeira!
    Sem muito pensar digo:
    -Então te chamarei de Peugeot!
    -Peugeot?
    -Sim! Porque você foi o 307. kkkkkk

    Tenho que contar isto à curitibana Schirley. Hoje Matilde está pós orgásmica e mó felizona à procura do 308. O cabra devirginado por euzinha era bom de rala e rola e afiadíssimo no rebuceteio.

    • A Matilde hoje, está vulcânica, o que é um risco, pois conforme o velhinho Fagner, quem sonha com mulher vulcânica corre o risco de acordar com o lençol lambuzado.

      • Ora, Zé,
        Como um vulcão cumprimenta um boneco de neve?
        R: Prazer em derretê-lo.
        O vulcão em erupção foi ontem, quando a terra tremeu, o edredon pegou fogo e até minha perereca de estimação entrou em erupção. kkkk
        Hoje tô na calmaria, um vulcãozinho novamente adormecido…
        Não é todo dia que um louco topa encarar um anciã octogenária para uma luxuriante noite de ‘secssu selvagi’…
        Talvez no nonagésimo aniversário eu recupere o fôlego e volte a tentar as peripéias olímpicas de alcova (naquele vai-vem a gente se dá bem, a gente se…) kkkk

        • Ah, Sevê,
          A gente tenta (kkkkkkkk), mas aos 82, mesmo os olhos verdes já não aceleram corações. Sabemos que o que assanha um macho é capim novo, como bem o cantava o Gonzagão:
          Certo mesmo é
          Um ditado do povo:
          Pra cavalo véio
          O remédio é capim novo.

          Não interessa se ela é coroa. Panela velha é que faz comida boa. Esse negócio de que panela velha é que faz comida boa fica só na arte culinária.
          Hoje Matilde está maracujá de gaveta. kkkk

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *