Magnânimo Editodos,
hoje o Cabaré do Berto vai receber o poeta palmarense Pica-Pau, um poeta extraordinário que contrariou a expressão de Orlando Tejo quando disse que “poeta com nome de pássaros não presta”.
Pica-Pau vai falar do seu bater de asas, de quantos paus já picou e vai falar de O Rapé de Marisa, que abre a tampa de qualquer tabaqueiro, quanto mais de um par de venta.
Nosso encontro vai das 19h30 às 20h30.
Mas peço aos cabarelistas que formem fila indiana na porta do Cabaré a partir das 19h25.
Carece ficar chutando a porta não.
Para participar, basta clicar aqui.
Entrada grátis.
R. Meu querido e talentoso amigo Pica-Pau!
Um conterrâneo dos Palmares, aquele maravilhoso recanto de mundo que é conhecido como “A Terra dos Poetas”.
Pica-Pau é um grande poeta popular, um inspirado criador de versos e improvisos, um glosador de qualidade que trabalha os motes com maestria e que tem livros publicados.
Será um prazer rever meu amigo hoje à noite.
Este movimentado e buliçoso cabaré, competentemente comandado e gerenciado por Maurício Assuero, vai enriquecer a nossa noite de sexta-feira.
Estão convocados todos os leitores fubânicos.
A partir das sete e meia da noite a gente se encontra por lá!!!

Pica-Pau, grande poeta popular dos Palmares
Caro
Infelizmente tô danado pra faltar a essas sessões lítero-caneira, em virtude de manifestações as mais variadas que são danadas pra acontecer nos finais de tarde e começo de noite das sextas-feiras, notadamente aqueles tropeços de um parente ou amigo telefonar, logo de pois do almoço, prá dizer que vai passar por aqui, no final da tarde, prá tomar um cafezinho.
Até genro, filhas e netos, vez por outra praticam tal ousadia.
E, vez por outra, tenho de dar uma de Cobrinha – veterano garçom de butecos dos meus tempos de moleque, e servir um gole, que termina por consumir uma garrafa de suco de uva, fermentado, lógico.
Mas, faço força, para resistir.
Um dia, cará certo.
Abraços.
Com certeza… você é sempre bem vindo
Eita! Tô em Serra, acompanhando a Festa Literária…
Bom cabaré pra vocês!
Saudade de tu capitã. Sexta passada Vó esteve com a gente. Muito obrigado, visse?
A coisa mais gostosa do mundo é ouvir poemas num cabaré. As quengas todas ficam todas em polvorosas.
Eu sou amante a boa poética popular do Pica-pau, um grande raparigueiro, poeta do bons, caneiro de primeira categoria.
Eu, aqui já reservei um tamborete por precaução, pra não fica em pé, caso me falte uma cadeira.
Vamos postar, então, com maior poeta popular da Mata Sul pernambucana!