CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Prezados Editodos,

a reunião do Cabaré do Berto, ocorrida na noite de ontem, contou com a participação de um camboio de desleriados da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN.

Por solicitação de Neto Feitosa, a presidente da SPVA/RN deixou para o final a explicação desse “Afins”.

Poetas de grandes quilates, nenhum que morde, cantaram e declamaram abrilhantando a noite.

Zé Martins, com seu aboio, tangeu até as vacas de Rodrigo de Léon que apareceu com um par de chifres auríferos.

Depois o cabra trouxe a Casa de Taipa algo assim pra lá de Bagdá.

Janaína, soltou a voz na vez dela e, eita bixiga lixa, cantou e encantou.

Celia Bombom não veio enrolada em papel teflon, veio solta e lembrou que bombom, no sertão é rapadura!

O Cabaré se encheu: 40 cabras acotovelados espiando os frege pelas frestas da janela como fazia Tereza para ver o movimento do cabaré da Tamarineira.

Engraçado é que prometeram passar uma receita de um remédio para subir o pau e Aristeu Teixeira, abriu logo a câmera para escutar os conselhos.

Cláudio Wagner, Carlos Rosa, Pedro César, Paulo Pereira, e teve mais gente: Sandemberg, Kalina, Marcos André, Fernando Gonçalves, Jesus de Ritinha de Miúdo, Constância Uchôa, Neto Feitosa, Jairo Juruna, Violante Pimentel, Carlito Lima, Magnovaldo, Hélio Pontes, Arthur Tavares.

Registramos a ausência dos estimados Goiano e Adônis.

Maurino, sem boina, precisou sair cedo. Ele ia dar o rádio a noite e inventou de treinar de tarde.

Resultado: o rádio ficou sem pilha….

No mais, uma noite gloriosa do Cabaré do Berto, sucesso de público e bilheteria.

Abraços

R. Meu caro Maurício, Gerente, Administrador e Coordenador do nosso movimentado cabaré, você nem imagina como eu lamento a ausência de alguns dos amigos fubânicos no nosso encontro semanal.

Eles não fazem ideia do que estão perdendo!

Esta assembleia de ontem foi arretada, com intensa participação de todos os presentes, aplaudindo e pedindo mais poesias dos integrantes do Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do Rio Grande do Norte (SPVA/RN).

Semana que vem tem mais quengagem no recinto.

Com mais palestrantes botando fogo neste movimentado salão que é o nosso cabaré.

Até lá!!!!

15 pensou em “MAURÍCIO ASSUERO – RECIFE-PE

  1. Maurício, agradeço a menção ao meu nome como participante da reunião semanal do Cabaré, ocorrida ontem à noite. Só uma pequena correção. Meu nome é: Helio Fontes. E não Pontes. Um adjetivo para a programação de ontem: ARRETADA!

  2. Meu nobre, meu corretor tem acabado comigo. Falei nisso no grupo do cabaré Veja o drama:
    1) o nome da mulher era Jacy eu escrevi Jacu;
    2) foi perguntar uma coordenadora de curso se ela estava sendo justa saiu se ela estava sendo puta
    3) convidei uma amiga pra andar de pedalinho, saiu peladinhos….

    Então, Phontes….foi o corretor

  3. Por total, geral e irrestrito abestalhamento ‘passei batido’ no cabaré, ontem. Quando me ‘alembrei’ o Sport já perdia pro Juazeirense por 3×2. Bem feito pra mim: podendo estar me ilustrando com as putarias cabarezeiras do JBF, me esqueci e fui me abufelar com esse timinho fela da puta que, ultimamente, só me faz passar vergonha e raiva. Se puderem repetir a receita para a qual o Aristeu Teixeira ‘apurou as oiças’, eu também tenho interesse. Né pra mim não, que fique bem claro, é prum tio meu que tá completando 106 anos mês que vem e reclama que, ultimamente, só consegue dar 3 por semana. Na família da gente é assim …

  4. Mestre Xico, que tinha providencial. Camarada o negócio foi arretado. O pessoal da sociedade faz um trabalho muito bom. O Zé Martins, com uma voz de acordar os anjos do céu e Janaína cantou e encantou. Vou pedir a Berto para colocar a receita no JBF, assim basta uma passada no Mercado São José que tudo se resolve tanto para seu tio quanto para Aristeu Filho. No dia que quiser falar sobre a parceira com Dominguinhos, estaremos atentos. abraços

    • Meu caríssimo Assuero, muito me honra seu convite para proferir ‘palestra’ nesse deslumbrante Cabaré. Não fosse introvertido como sou (alguns acham que não sou, mas sou) aceitaria de pronto. Mas deixe-me agarrado com a caneta que me conduzo um pouco menos ruim que com um microfone. Ademais, seu Domingos era tão imenso que me considero pequenino demais para falar dele, ainda que ressaltando suas inúmeras virtudes musicais e humanas. Somos parceiros, sim, muito mais pela obra do acaso e da sorte que por merecimento, digo sempre. No mais, meu abraço.

  5. Rapaz, entre o sinal de wi-fi ruim e os insistentes reclames de papai por atenção (estou em Acary), eu fui tentando participar como pude.
    Aliás, papai com seu Alzheimer só ficou um pouco quieto quando eu lhe disse que estava participando da reunião de um cabaré. Logo ele disse “deixe-me ver como é isso”.
    Era justamente a hora que se apresentava uma das meninas.
    “Essa puta é até bonitinha”, avaliou papai no alto dos seu oitenta e quatro anos bem vividos.
    Lá de dentro de casa, mamãe gritou “de tudo o povo inventa! Até cabaré no celular. Depois o povo reclama dos castigos de Deus.”
    Papai se limitou a dizer “pia sua mãe roendo.”
    E o sinal travou outra vez.

  6. meu querido Aristeu, achei uma coincidência da peste quando falaram no remédio para subir pau e você aparecer. A receita foi dada, Berto deve publicar. E só seguir direitinho…

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