Berto, muito bom dia.
Me sentiria honrado se o nobre editor publicasse nesse desabrombrado JBF, essa sutil visão do (eterno) conflito, que se notabilizou na imprensa internacional, sobre os recentes embates bélicos entre Israel e seus desafetos no Oriente Médio.
Forte abraço.
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ISRAEL E O CONTO DA COROCHINHA DO 7 DE OUTUBRO
ISRAEL E HAMAS (IRAN) – O estopim de um conflito anunciado(?)
Vamos combinar uma coisa: Seria muita ingenuidade dos “analistas internacionais”, jornalistas especialistas e enviados especiais de área de guerras e conflitos, supor/admitir e, ainda tentar explica e convencer aos incautos de plantão pelo mundo a fora, de que um pais com a maior inteligência de espionagem e contra-espionagem do mundo, juntamente com o exercito mais avançado do mundo, melhor serviço secreto do mundo, iria permitir que houvesse uma invasão e um ataque de terroristas “palestinos” pilotando ultraleves (parapente/e paraglider) em seu território, burlando um dos melhores sistemas de defesa que existe.
ISSO É UMA PIADA.
Pela questionada versão oficial sobre o ataque do Hamas, o ataque se deu sem que ninguém tivesse detectado nenhum sinal com antecedência. (???). Conta outra, por favor!
Seria (quase) impossível que não houvesse vazado qualquer informação sobre o ataque. Entenda.
A TRINCA DE SEGURANÇA DE ISRAEL
É inconcebível e inimaginável que a trinca da segurança de Israel – 1. ISA – A Agência de Segurança de Israel (ISA;, mais conhecido pelas siglas Shabak ou Shin Bet (da abreviatura de Sherut ha-Bitaẖon, “Serviço de Segurança”), é o serviço de segurança interna de Israel. Seu lema é “Magen v’lo Yera’eh” (hebraico: ‘o escudo invisível’). A sede do Shin Bet está localizada no noroeste de Tel Aviv, ao norte do Parque Yarkon.
É uma das três principais organizações da comunidade de inteligência israelense, ao lado de 2. AMAN (inteligência militar) e, 3. – Mossad (serviço de inteligência estrangeiro).
Qualquer criança israelense tinha plena convicção que sempre ocorreram ataques inimigos relacionados a eventos de datas significativas. E o “ataque” aconteceu um dia após o 50º aniversário do ataque surpresa do Egito e da Síria em 1973, que deu início a uma grande guerra no Oriente Médio.
Por esse raciocínio, cogita-se paralelamente, no mundo das teorias das conspirações, de que o referido ataque, foi montado e monitorado pelos próprios agentes israelenses.
Exemplos no mundo não faltam para tais ocorrências. É consabido que, a Rússia, por exemplo, matou seus soldados para justificar o ataque a Finlândia. Na chamada Guerra de Inverno, também conhecida como a Guerra Soviético-Finlandesa, a União Soviética, então, atacou a Finlândia, bombardeando a capital Helsínque a 30 de novembro de 1939, três meses após o início da Segunda Guerra Mundial.
Logo, grande parte dos estopins de guerra, foram fabricados para fins de justificar a própria guerra.
Deve-se levar em conta que em 2021, os 100 maiores produtores de armas do mundo conseguiram faturar juntos 592 bilhões de dólares (R$ 3,1 trilhões).
Por uma questão de sobrevivência por estar cercado de inimigos: Liga Árabe = Arábia Saudita
Egito, Jordânia, Irã, Iraque, Síria, Líbano, Líbia, Argélia, Sudão, Iêmen e suas intermináveis milícias super armada = Hamas, Hezbollah. Frente Nacional de Resistência Libanesa, Fatah…
Israel tem capacidade militar de manter várias frentes de guerra ao mesmo tempo no Oriente Médio. O Hamas na Faixa de Gaza, o Hezbollah no Líbano, os Houthis no Iêmen, as milícias xiitas no Iraque e na Síria e o Irã.
Conclui-se que é muito perigoso a inércia do pequeno Estado de Israel e, muito pouco lucrativo para os fabricantes bélicos, que nesta região de “paraíso às avessas”, se mantivesse tantas armas estocadas.
Israel sempre adotou a máxima do militar e líder político inglês, Oliver Cromwell (1599/1658), que dizia:
Confie em Deus, mas mantenham a pólvora seca!
Caro Marcos de Recife, quando se coloca a réplica de um texto como este acima seria interessante colocar a autoria do mesmo, onde ele foi publicado ou mesmo a data.
Colocar que a inteligência (o governo) de Israel está por detrás do ataque terrorista do 7/10/23 ao sul do país é muito leviano. Eu diria que é canalhice.
Crianças foram assassinadas no ventre da mãe e depois est*pradas, milhares de jovens, idosos, mulheres foram mortos covardemente; tudo registrado em câmeras Go Pro passados em lives com celulares das próprias vítimas. Foram o sequestro de 250 pessoas.
Houve falha de segurança e de Inteligência? Sim, e grave.
Conivência? Inadmissível pesar isso.
Nem o Hesbollah sabia da ação, pois não agiu de forma coordenada.
Este tipo de texto deve ser repudiado.
Entendo sua indignação, nobre Sr. João Francisco.
Mas a autoria do texto é de minha lavra, mesmo.
E não se trata de canalhice. É apenas uma visão desemocionadana do que, não apenas eu, mas até alguns analistas políticos, inclusive judeus, suscitaram.
É só analisar com frieza, e imparcialidade, o contexto em que ocorreram tantas barbaridades e desencontros no campo da desinformação.
É uma tese bem fática e plausível, desde que Caim matou Abel, isso é possível, sim, de acontecer.
Fico lisonjeado com vossa visão/participação no despretensioso texto.
Gratissimo!
Caro Marcos, eu não sabia que o texto era seu, por isso mantenho cada palavra que eu disse.
As IDF de Israel ontem eliminou o mentor de todo o ataque do Hamas, Yahya Sinwar, o açougueiro de Khan Younis.
Foi um ataque comum, pois a inteligência de Israel contava que ele deveria estar escondido debaixo dos reféns que ainda existem.
Era de se imaginar que, uma vez identificado o corpo do terrorista carniceiro, sua cabeça fosse decapitada e exibida como um troféu. Não, seus restos foram colocado em um saco apropriado e tratado com respeito. O destino final, evidentemente não será informado.
V. não conhece os judeus e o povo de Israel; se tiver Teorias sobre o que pode ter acontecido no 7/10, busque ao menos fontes confiáveis. O que foi feito é cruel.