Um café e uma dose de bazófia pelo início da tarde dominical, diz a bazofiana Matilde enquanto sopesa as alcunhas “mito e ladrão”, que nos levam a pensar imediatamente em dois lendários nomes da política tupiniquim. Em Bofete, interior de SP, onde o finado Gervásio, meu amantíssimo marido, trabalhou por prazerosos cinco anos, fiquei íntima da esposa do carpinteiro “Tachinha”, assim chamado por causa do pai, o velho “Preguinho”, que influenciou também o apelido do neto – filho do “Tachinha” – o simpático “Arrebite”. Preguinho, Tachinha e Arrebite: uma bela linhagem de apelidos.
Um beijão na amigona Gleici, que, agora viúva faceira, ainda flana pelo Ecoparque Pedra do Índio.
Um café e uma dose de bazófia pelo início da tarde dominical, diz a bazofiana Matilde enquanto sopesa as alcunhas “mito e ladrão”, que nos levam a pensar imediatamente em dois lendários nomes da política tupiniquim. Em Bofete, interior de SP, onde o finado Gervásio, meu amantíssimo marido, trabalhou por prazerosos cinco anos, fiquei íntima da esposa do carpinteiro “Tachinha”, assim chamado por causa do pai, o velho “Preguinho”, que influenciou também o apelido do neto – filho do “Tachinha” – o simpático “Arrebite”. Preguinho, Tachinha e Arrebite: uma bela linhagem de apelidos.
Um beijão na amigona Gleici, que, agora viúva faceira, ainda flana pelo Ecoparque Pedra do Índio.
O ladrão continua no mesmo lugar.